JPMorgan avisa 465 mil utilizadores que dados de cartões foram roubados

Segurança

A JPMorgan Chase avisou 465 mil proprietários de cartões pré-pagos relativos ao banco que a sua informação pessoal pode ter sido hackeada num ataque ocorrida à rede do banco em julho. Estes cartões eram usadas pelas empresas para pagar aos seus empregados e por agências governamentais pagarem o reembolso de taxas, subsídio de desemprego e

A JPMorgan Chase avisou 465 mil proprietários de cartões pré-pagos relativos ao banco que a sua informação pessoal pode ter sido hackeada num ataque ocorrida à rede do banco em julho.

Pre-PaidEstes cartões eram usadas pelas empresas para pagar aos seus empregados e por agências governamentais pagarem o reembolso de taxas, subsídio de desemprego e outros benefícios.

Na quarta-feira,  a JPMorgan anunciou que tinha detetado que os seus servidores tinham sido violados a meio de Setembro, tendo resolvido o problema e reportado às autoridades.

Michael Fusco, representante do banco, afirmou que desde que a violação foi descoberta, o banco tem estado a tentar identificar exatamente que contas estavam envolvidas e que informações podem ter sido comprometida, tendo recusado comentar como os cibercriminosos tinham conseguido entrar na rede do banco.

Fusco afirmou, ainda, que o banco está a notificar os portadores dos cartões, cerca de dois por cento dos cerca de 25 milhões de utilizadores, por não considerar existir a possibilidade se a sua informação pessoal está entre os dados removidos dos seus servidores. Por norma, o banco mantém a informação pessoal dos clientes encriptada, ou misturada, como precaução de segurança. No entanto, durante o decorrer da violação, os dados pessoais pertencentes a esses clientes apareceram temporariamente em texto nos ficheiros que os computadores usam.

O banco acredita que “uma pequena porção” de dados foram roubados mas não informação pessoal crítica, como números de segurança pessoal, datas de nascimento e endereços de e-mail.

Fusco declarou que o banco não encontrou nenhum sinal de que tinham sido roubados fundos e não tem provas de que qualquer outro crime tenha sido cometido. O representante recusou identificar que agências governamentais e empresas foram afetadas pelo crime.


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