Indústria conectada é mais vulnerável a ciberataques, diz estudo

Segurança
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A Deutsche Telekom divulgou o whitepaper “Security for the Industrial Internet of Things”, um estudo que entre outras conclusões identificou que as máquinas e fábricas conectadas possuem um maior risco de sofrerem ciberataques.

O levantamento revela que apenas metade das empresas tem conceitos especializados em segurança implementados. Além disso, a automatização e a interligação em rede da produção industrial podem trazer benefícios significativos para as empresas, contudo também trazem enormes desafios para a segurança de TI.

O documento, informa os líderes de indústria, especialistas e formadores de opinião sobre os riscos e as potenciais estratégias de segurança a serem adotadas para garantir a utilização segura da conectividade e dos serviços em nuvem.

Hoje, cerca de um terço das empresas recebe algum tipo de ciberataque várias vezes por semana. No entanto, apenas metade destas empresas implementaram medidas especiais de segurança.

O levantamento entende que alcançar o melhor nível de segurança muitas vezes enfrenta obstáculos, como a quantidade de componentes envolvidos numa solução industrial de IoT. Ou ainda a necessidade de abrir redes e sistemas para clientes, fornecedores e parceiros. Obviamente a segurança absoluta é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de proteção e depois esquecê-las.

O documento indica que se as empresas querem estar bem preparadas, é importante que comecem com uma análise de risco que possa ser utilizada para desenvolver um conceito de segurança global.

A gestão da segurança de maneira eficiente começa com a seleção de equipamentos, aparelhos, sistemas e componentes de rede. As empresas devem estar certas de que seus fornecedores embutiram regras de segurança nos produtos, o que também se aplica a serviços de conectividade e de nuvem. Fornecedores de confiança testam e certificam com frequência os seus padrões de segurança.

Para uma proteção ainda maior, é recomendável que as companhias desenvolvam um abrangente conceito de segurança, utilizando a abordagem de defesa em profundidade. Essa abordagem divide a arquitetura de TI em várias camadas, cada uma delas recebendo medidas de segurança próprias. Isso garante que, a cada camada invadida, os atacantes encontrarão uma outra porta fechada.


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