IBM e AlchemyAPI apostam em computação cognitiva

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A IBM, a par com a AchemyAPI, apela ao recurso de Interfaces de Programação de Aplicações (API) para a difusão e desenvolvimento de tecnologias e plataformas de cognitive computing como ferramentas de conceção de aplicações potenciadas por Inteligência Artificial.  A International Business Machines e a AlchemyAPI, no decorrer da conferência Structured Data da GigaOm, apresentaram

A IBM, a par com a AchemyAPI, apela ao recurso de Interfaces de Programação de Aplicações (API) para a difusão e desenvolvimento de tecnologias e plataformas de cognitive computing como ferramentas de conceção de aplicações potenciadas por Inteligência Artificial. 

IBM

A International Business Machines e a AlchemyAPI, no decorrer da conferência Structured Data da GigaOm, apresentaram os seus pareceres relativamente ao fornecimento de tecnologia de computação cognitiva. A AlchemyAPI disse que seu principal objetivo é a democratização da utilização das descobertas nas áreas do deep learning para a potenciação da criação de aplicações de data.

A IBM tornou pública a sua plataforma de computação cognitiva Watson, numa iniciativa que visa permitir que qualquer pessoa com conhecimentos de programação possa usufruir da tecnologia, usando como base para a criação de aplicações que possam tanto compreender linguagem natural como adquirir novas funcionalidades de forma a expandir a sua base de conhecimentos

Elliott Turner, CEO da AlchemyAPI, avançou que os API são uma crescente tendência tecnológica e que as empresas, e mesmo os utilizadores comuns, têm de se conseguir adaptar e tirar dela o máximo proveito.

Contudo, Stephen Gold, vice-presidente das operações de marketing e de vendas do Grupo Watson da IBM, disse que, apesar do conceito de humanização da computação ser inovador, continuamos ainda muito presos às noções de lógica, de regras e de estrutura, conceitos estes muito rígidos que podem impossibilitar a maior difusão e desenvolvimento deste fenómeno tecnológico crescente.


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