IBM direciona o negócio para as novas áreas de valor

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2014 foi considerado por Ricardo Martinho, enterprise sales executive da IBM Portugal, como o ano no qual a empresa conseguiu solidificar o objetivo de direcionar o negócio para as novas áreas de valor: cloud, analytics, mobile, social e segurança, que de resto já representam 27% da receita total da companhia. Em 2014, a IBM levou

2014 foi considerado por Ricardo Martinho, enterprise sales executive da IBM Portugal, como o ano no qual a empresa conseguiu solidificar o objetivo de direcionar o negócio para as novas áreas de valor: cloud, analytics, mobile, social e segurança, que de resto já representam 27% da receita total da companhia.

Ricardo Martinho IBM
Ricardo Martinho, enterprise sales executive da IBM Portugal

Em 2014, a IBM levou a cabo uma série de investimentos com vista à transformação da companhia, sobretudo no âmbito da nossa aposta nas novas áreas de crescimento, designadamente cloud, analytics, mobile, social e segurança. Ricardo Martinho, enterprise sales executive da IBM Portugal, salientou ainda que o passado ano foi também um ano de parcerias de extrema importância que vieram acrescentar valor e responder às necessidades dos clientes. “Refiro-me por exemplo à colaboração entre a IBM e a Apple anunciada em julho de 2014 e que entretanto já deu frutos, com o recente lançamento das primeiras aplicações IBM MobileFirst para iOS, ou seja, aplicações empresariais para clientes da área da banca, retalho, seguros, serviços financeiros, telecomunicações, companhias aéreas e governo. Mas tenho de referir ainda as alianças com a SAP e com a Tencent, na criação de novas soluções na cloud, e com o Twitter na área da analítica empresarial”.

Em Portugal, refere ainda este executivo, a casa portuguesa da corporação norte-americana estabeleceu uma aliança estratégica com o Banif, na prestação de serviços de infraestrutura de Tecnologias de Informação e manutenção aplicacional, incluindo ambientes cloud, assente num contrato de outsourcing por 10 anos. “Um dos factos mais relevantes do ano passado foi sem duvida a abertura em Lisboa de um dos 15 novos centros mundiais de cloud da IBM, inseridos numa rede mundial de centros de cloud IBM que conta já com 40 localizações.”

Por tudo isto, 2014 foi considerado por Ricardo Martinho como o ano em que solidificaram o objetivo de direcionar o negócio para as novas áreas de valor: cloud, analytics, mobile, social e segurança, que representam já 27% da receita total da companhia. “Foi também o ano em que reposicionámos a nossa estratégia e portefólio de hardware com o lançamento do Power 8, a aposta no Open Power, as novas ofertas de software defined storage e, mais recentemente, o lançamento do novo mainframe z13 preparado para o mundo mobile. Lançámos ainda mais de 100 ofertas de soluções de software ‘as a service’, para ir de encontro às necessidades e requisitos do mercado de TI global, e continuámos a solidificar a nossa estratégia de aquisições de empresas que  fortaleceram ainda mais as nossas ofertas”.

Em termos de negócio, a IBM cresceu 16% nos segmentos estratégicos de cloud, analytics, mobile, social e segurança, áreas que representam já 27% do volume de negócios da IBM, sendo que a IBM Portugal está perfeitamente em linha com esta evolução tão positiva. Mais especificamente, a área de analytics cresceu 7%, a de mobile mais que triplicou, a de segurança cresceu 19% e social business cerca de 3%. Mas, de facto, a estrela de 2014 foi sem dúvida a área de cloud, onde a companhia registou um crescimento significativo de 60%, “suportado pelo contínuo investimento e expansão das nossas soluções “as a service”. Isto só prova que a transformação que temos levado a cabo é a transformação que realmente tínhamos que fazer. E é pelo facto de termos sempre conseguido reinventar-nos que somos a única empresa de Tecnologias de Informação com 103 anos de História”.

De resto, as novas áreas estratégicas de cloud, analytics, mobile, social e segurança têm sido uma aposta clara da IBM, com uma contribuição muito importante no volume de negócios da companhia. As áreas de serviços e soluções de software são as que têm maior peso no volume de negócios, sendo que agregam algumas das práticas e áreas estratégicas. “Application Management Services e Outsourcing continuam também a ser áreas em que temos demonstrado uma vantagem competitiva reconhecida pelo mercado”.

Outro aspeto enaltecido por Ricardo Martinho foi o facto de em 2014 terem transformado ainda mais a companhia com investimentos significativos nas áreas de crescimento, em linha com os vetores de exigência do mercado. “E estamos a ser reconhecidos por isso mesmo.

Os resultados da corporação são indicativos da procura cada vez maior pelos nossos serviços e ofertas em áreas e soluções estratégicas, o que alavancou o nosso negócio transacional e alargou a nossa presença em novas áreas, solidificando as existentes”.

2015 será ainda melhor

Para o corrente ano, a jornada de transformação face às novas necessidades dos clientes de todas as indústrias vai continuar, diz Ricardo Martinho. “Prevemos que seja um ano ainda melhor, com uma contínua aposta nas áreas estratégicas (cloud, analytics, mobile, social e segurança) e com uma oferta cada vez mais sólida”. Mais soluções de software “as a service” irão ser disponibilizadas, garante a empresa, oferecendo aos clientes uma maior oferta também nesta área.

Em Portugal, a empresa norte-americana continuará a apostar nas novas áreas estratégicas. “Por exemplo, procuraremos que os nossos clientes tirem cada vez maior partido do nosso novo centro de Cloud. A continuidade e o alargamento das nossas referências nas áreas das cidades do futuro vai continuar a ser também uma forte aposta. Acreditamos que nosso sistema Watson será diferenciador para a inovação do mercado Português, nas diferentes indústrias, através das suas competências singulares na área da computação cognitiva”.

Em suma, a IBM propõe-se continuar a trabalhar para trazer cada vez “mais valor e mais dedicação aos clientes e mais inovação relevante para todos, ou seja, iremos manter o nosso propósito que é ser essencial”.

Quando a desafios, são olhados de uma forma diferenciadora, ao tentar transformá-los em oportunidades. “É isso que iremos continuar a fazer em 2015”.


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