IBM apresenta oitava edição da IBM Next 5

Business IntelligenceData-StorageEmpresasNegócios

A IBM acaba de anunciar a oitava edição da iniciativa “IBM Next 5 in 5”, uma lista de inovações que prevê a mudança na forma como as pessoas vão trabalhar, viver e interagir nos próximos cinco anos. Este ano a iniciativa “IBM 5 in 5” explora a visão de que todos os sistemas vão aprender.

A IBM acaba de anunciar a oitava edição da iniciativa “IBM Next 5 in 5”, uma lista de inovações que prevê a mudança na forma como as pessoas vão trabalhar, viver e interagir nos próximos cinco anos.

ibm_2Este ano a iniciativa “IBM 5 in 5” explora a visão de que todos os sistemas vão aprender. Esta iniciativa baseia-se na ideia de que os computadores, máquinas e outros dispositivos vão aprender, raciocinar e interagir com os seres humanos de uma forma mais natural e personalizada.

As inovações irão começar a surgir em resultado do atual desenvolvimento de tecnologias ligadas ao cloud computing e ao big data analytics, tendo em conta as considerações de privacidade e de segurança adequadas aos consumidores, cidadãos, estudantes e pacientes.

Os computadores vão-se tornar mais inteligentes, ajudando a resolver muitos problemas. Uma nova era de computação cognitiva vai levar-nos a descobertas que aumentem as capacidades humanas e possibilitem  a tomada de melhores decisões.

“Temos mais conhecimento hoje do que qualquer outra geração teve no passado. E, ainda assim, debatemo-nos diariamente com grandes e complexos volumes de dados, que parecem não trazer qualquer sentido nem oferecer o conhecimento de que necessitamos para tomar decisões rápidas e eficazes”, afirma Ricardo Martinho, Diretor da Divisão de Software da IBM Portugal. “Ao criarmos tecnologia cognitiva, estamos a inaugurar uma nova era tanto para o indivíduo como para a sociedade em geral”, acrescentou.

A iniciativa “IBM Next 5 in 5” baseia-se em tendências sociais e de mercado e nas tecnologias emergentes dos laboratórios de I&D da IBM em todo o mundo.

Nos próximos cinco anos, teremos um ensino personalizado em que as necessidades de cada um serão endereçadas com sucesso. Através de tecnologias em desenvolvimento, sobretudo na área do cloud computing e do big data, a sala de aula do futuro vai fornecer aos professores e educadores todas as ferramentas para que possam conhecer de perto os alunos, tendo por base um sistema de análise sofisticado e personalizado. A partir daqui será possível, a partir da cloud, criar um modelo de ensino em que cada aluno terá o seu próprio guia de aprendizagem, capacitando-o com as valências de que precisa para atingir os seus objetivos pessoais e profissionais.

No ano passado, as vendas online ultrapassaram os mil milhões de dólares, ou seja, 727,3 mil milhões de euros, e estão a crescer a um ritmo mais acelerado do que as vendas em loja. O canal online apresenta atualmente uma grande vantagem na capacidade de aprender com as nossas escolhas na web. No entanto, em cinco anos as lojas físicas vão melhorar a experiência do consumidor a um nível que o online nunca conseguirá alcançar.
Até 2019, os médicos terão a capacidade de chegar ao diagnóstico rápido e preciso de doenças como o cancro, criando planos de tratamento individualizados para milhões de pacientes em todo o mundo. Com os recentes avanços nas soluções de big data analytics e com o aparecimento de sistemas cognitivos baseados na cloud dentro em breve isso será possível. Computadores inteligentes conseguirão então gerar o sequenciamento completo do genoma de qualquer pessoa, e, a partir de grandes repositórios de dados e publicações médicas, indicar rapidamente que tratamentos específicos podem ser aplicados. Alguns centros de tratamento de cancro já estão a trabalhar com a IBM com este objetivo.
Atualmente existem múltiplos dispositivos e identidades, deixando-nos muito vulneráveis. Em 2012, mais de 12 milhões de pessoas foram vítimas de roubo de identidade só nos Estados Unidos. As abordagens tradicionais de segurança já não parecem ser suficientes. No futuro, a segurança sobre os nossos dados pessoais pode surgir na forma de um guarda-costas digital, treinado para conhecer os nossos hábitos e movimentos, oferecendo um novo nível de proteção contra o roubo de identidade nos diferentes dispositivos.
Em cinco anos, as cidades vão ajudar-nos, através de inteligentes sistemas de aprendizagem e dispositivos/plataformas móveis, a obter informações sobre como evitar as vias mais congestionadas, vai alertar-nos sobre atividades de que gostamos e nas quais queremos participar e vai ainda pedir o nosso feedback sobre questões importantes e de interesse.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor