Hackers começam a mover criptomoedas roubadas

Segurança

Na última semana, a Coincheck, uma casa de compra e vendas de criptomoedas, foi atacada e foram roubadas tokens no valor de 530 milhões de dólares, o maior roubo de criptomoedas da história.

Na última semana, a Coincheck, uma casa de compra e vendas de criptomoedas, foi atacada e foram roubadas tokens no valor de 530 milhões de dólares, o maior roubo de criptomoedas da história.

Agora, segundo o vice-presidente da fundação que gere a moeda XEM, os hackers começaram a mover e a tentar vender as moedas roubadas. Jeff McDonald, da NEM Foundation, os criadores da criptomoeda em questão, afirmou que seguiu as moedas roubadas até uma conta não identificada, e que o dono dessa conta começou a tentar mover as moedas para seis casas de troca para tentar vender os tokens em questão.

A localização da conta ainda não foi conhecida e o vice-presidente não pode, ainda, confirmar quantas moedas roubadas já foram gastas ou vendidas. À Reuters, McDonald explicou que os hackers “estão a tentar gastar [as criptomoedas] em vários locais. Estamos a contactar essas casas”.

Os hackers conseguiram roubar cerca de 536 milhões de dólares da japonesa Coincheck, algo que levantou muitas questões sobre a segurança e a proteção em termos de regulação sobre este mercado.

Na opinião de McDonald, é pouco provável que os hackers vendam um valor perto do que foi roubado, uma vez que “o mercado simplesmente não conseguiria absorver tanto”.

Desde 2011 já houve mais de três dúzias de roubos a casas de compra e venda de criptomoedas, com grande parte das casas a acabarem por fechar. Mais de 980 mil Bitcoins foram roubadas, com poucas a serem recuperadas.


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