Gigantes tecnológicas valem mais do que países inteiros

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Um estudo do Bank of America revela que algumas gigantes da tecnologia valem mais do que países inteiros. O Facebook vale mais do que a Malásia e a IBM mais do que o México. A maior rede social do mundo, o Facebook, vale dois mil milhões de dólares, ou seja, 1,5 mil milhões de euros,

Um estudo do Bank of America revela que algumas gigantes da tecnologia valem mais do que países inteiros. O Facebook vale mais do que a Malásia e a IBM mais do que o México.

180254-the-ibm-logo-is-seen-outside-the-companys-offices-in-petah-tikvaA maior rede social do mundo, o Facebook, vale dois mil milhões de dólares, ou seja, 1,5 mil milhões de euros, a mais que o valor da Malásia. Já a IBM está avaliada em 2,98 mil milhões de dólares (2,18 mil milhões de euros) a mais que o valor do México. Estas conclusões são de uma pesquisa elaborada recentemente pelo Bank of America Merrill Lynch (BAML).

A pesquisa “The Thunderinf World” do BAML destaca que o Facebook vale 145,75 mil milhões de dólares (106,7 mil milhões de euros) comparados com os 143,74 mil milhões de dólares (105,3 mil milhões de euros) da Malásia. A IBM vale 205,05 mil milhões de dólares (150,2 mil milhões de euros) em comparação com os 202 mil milhões de dólares (150 mil milhões de euros) do México.

No entanto, estas não são as únicas tecnológicas norte-americanas que superam o valor de mercado de países inteiros. Também a Google possui um valor de 381,17 mil milhões de dólares, o que corresponde a 279,2 mil milhões de euros, e a Apple tem um valor de mercado de 483,47 mil milhões de dólares, ou seja, 354 mil milhões de euros.

No estudo, a BAML comparou as ações de nove empresas dos Estados Unidos a nove países e economias de mercados emergentes.

Segundo Michael Hartnett, estrategista-chefe do banco, as comparações mostram que os mercados emergentes parecem baratos. “O valor de mercado do Brasil mal ultrapassa o da Google e o da Índia é menor do que a do banco Wells Fargo, assim como o da Turquia é praticamente o mesmo que o do Starbucks”, referiu Hartnett.

O responsável acrescentou ainda que parece haver uma “greve do comprador” no momento, citando uma pesquisa de mercado estrangeiro realizada com 250 clientes do BAML que revelou que apenas sete por cento são compradores de moedas de mercados emergentes.


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