Gemalto diz que ataque não prejudicou produtos nem finanças

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A Gemalto assegurou que os seus produtos são seguros, depois de documentos secretos terem revelado que os seus chips para cartões teriam sido comprometidos por uma quebra na segurança. Depois de na semana passada o website de The Intercept ter denunciado que a Agência de Segurança Nacional (NSA) e a agência britânica de espionagem GCHQ

A Gemalto assegurou que os seus produtos são seguros, depois de documentos secretos terem revelado que os seus chips para cartões teriam sido comprometidos por uma quebra na segurança.

images51Depois de na semana passada o website de The Intercept ter denunciado que a Agência de Segurança Nacional (NSA) e a agência britânica de espionagem GCHQ foram responsáveis pelo roubo das chaves de encriptação dos seus chips, a Gemalto vem agora dizer que os seus produtos estão protegidos. Para além disso, a maior fabricante de cartões SIM do mundo mostrou-se confiante de que as revelações não terão um impacto significativo nas suas finanças.

Contudo, depois de ter sido descoberto que a segurança e privacidade das telecomunicações e dados dos utilizadores dos cartões SIM da Gemalto poderiam ter sido postas em causa, o valor dos títulos da empresa caiu.

A Gemalto, citada pela Reuters, disse que no próximo dia 25 de fevereiro divulgaria os resultados da sua investigação.

Entre os seus clientes, a fabricante de chips conta com as gigantes norte-americanas Verizon e AT&T e com a britânica Vodafone.

Fornecendo cartões SIM para grandes nomes das Telecomunicações, a Gemalto há muito que deveria estar na “lista de afazeres” da NSA e da sua semelhante transatlântica GCHQ, que baseiam as suas operações em programas de monitorização de telecomunicações e que já estiveram incontáveis vezes sentadas no banco dos réus, sob acusações de recolha e utilização indevida de dados e comunicações.


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