Férias… mas com o portátil

Negócios

Francisco Fonseca, CEO da AnubisNetworks, diz que idealmente preferia poder desligar-se completamente, mas nem sempre isso é possível. “Depende dos anos”, explica. O responsável tem acesso ao seu email normalmente de manhã cedo e volta a lá dar uma saltada à noite. Quando a indicadores de negócio durante o seu período de férias, admite que

Francisco Fonseca, CEO da AnubisNetworks, diz que idealmente preferia poder desligar-se completamente, mas nem sempre isso é possível. “Depende dos anos”, explica.

francisco fonseca anubisnetworks

O responsável tem acesso ao seu email normalmente de manhã cedo e volta a lá dar uma saltada à noite.

Quando a indicadores de negócio durante o seu período de férias, admite que tem acesso mas normalmente não chega a olhar para eles. “Nesta altura o mercado fica naturalmente mais brando. Se por qualquer razão for necessário atuar alguém me dirá isso mesmo”.

Por isso mesmo, reforça a ideia de que a mobilidade trouxe vários aspetos positivos ao conceito de férias mas, ao mesmo tempo, tornou mais difícil estabelecer uma fronteira clara entre o trabalho e vida pessoal. “Naturalmente que esse impacto também poderá acontecer nas férias. Porém, não me parece que a mobilidade tenha acabado com o conceito de férias do gestor. Quem quiser estar desligado pode sempre permanecer desligado. Já o contrário, querer estar ligado, nem sempre era possível antes da mobilidade…”

O gestor normalmente tira duas a três semanas de férias seguidas e os restantes dias são distribuídos ao longo do ano.

O portátil fica em “casa”?, perguntamos-lhe. Não… “o portátil vem sempre de férias comigo”, diz Francisco Fonseca.

Para além do portátil, nas férias leva habitualmente como companhia o iPad para as leituras, as colunas de som para ouvir música e o telefone (iPhone) para as fotografias.


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