Facebook quer que CE examine acordo de compra pelo WhatsApp

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A intenção do Facebook seria obter a aprovação da Comissão Europeia (CE), poupando as decisões individuais de cada país na matéria. O acordo de aquisição entre o Facebook e o WhatsApp foi um dos negócios do ano até ao momento. A famosa rede social Facebook, no passado mês de fevereiro, demonstrou todo o seu poder

A intenção do Facebook seria obter a aprovação da Comissão Europeia (CE), poupando as decisões individuais de cada país na matéria. O acordo de aquisição entre o Facebook e o WhatsApp foi um dos negócios do ano até ao momento.

facebook-whatsappA famosa rede social Facebook, no passado mês de fevereiro, demonstrou todo o seu poder ao oferecer 19 mil milhões de dólares pela popular aplicação de mensagens instantâneas WhatsApp. Desse valor, 16 mil milhões seriam pagos de forma imediata e os outros três mil milhões de dólares seriam dados nos quatro anos seguintes em forma de ações.

Para o negócio se concretizar, o Facebook tem de ter aprovação das autoridades competentes na matéria, garantido que a aquisição não acaba numa situação monopolista. Anteriormente, o Federal Trade Comission já tinha aprovado o negócio.

Para a Europa, o Facebook tem outra estratégia: em vez de esperar para que os vários países se pronunciem sobre o negócio, a rede social dirigiu-se diretamente à Comissão Europeia solicitando diretamente a revisão da operação.

A busca por diferentes públicos por meio de aquisições é uma estratégia corrente para o Facebook. Em 2012, o Instagram, rede social de partilha de fotos, foi comprada de forma preventiva, antes que se tornasse um rival substancial ou caísse nas mãos da rival Google. A inteligência adquirida com diferentes públicos será crucial para o Facebook explorar melhores formas de publicidade, e dará a Zuckerberg ainda mais poder em Silicon Valley, mas, para isso, ainda terá de esperar a aprovação do negócio.


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