Experiência de VR Zero Latency chega a Portugal [com vídeo]

Inovação

O Zero Latency, que abre dia 18 de Dezembro no Dolce Vita Tejo, proporciona uma aventura de Realidade Virtual (VR) única no país baseada em OSVR. Para já, o centro tem disponível o jogo Zombie Survival, mas outros se seguirão em breve. A BIT Magazine já experimentou e aconselha a todos, mesmo que os não sejam fãs de jogos e de VR.

A experiência,  que chega pela mão da empresa Climbing Planet, tem sido um sucesso em Espanha, Japão, Estados Unidos e na Austrália, sendo que Portugal é o segundo país da Europa e quinto a nível mundial a receber este tipo de centro de entretenimento imersivo.

A Zero Latency Lisboa é uma experiência de realidade virtual multi-jogador e simultânea, em que a acção decorre numa zona de jogo real de 200 metros quadrados com até seis jogadores. Cada jogador tem uma mochila com um computador AlienWare, uns óculos de realidade virtual baseados em OSVR, uns auscultadores com microfone para conseguir falar com os outros players e ouvir as indicações do Game Master e uma arma simulada impressa em 3D.

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O sistema de rastreamento utilizado, cuja tecnologia aguarda aprovação de patente, inclui um jogo de câmaras que segue os movimentos dos participantes, envia um sinal aos servidores que o processa e o devolve ao computador que os jogadores levam às costas. É nessa altura que a imagem é renderizada e reproduzida nos óculos de VR.  Tudo isto acontece em tempo real e com uma latência zero (diferença de tempo entre o que faz um jogador e quando o vê). É daqui que vem o nome do Zero Latency e é por esse motivo que Alberto Marcos, Business Development Manager – Europe, nos garantiu que os casos de enjoo, típicos das experiências de VR, são quase inexistentes.

“Estamos muito satisfeitos e entusiasmados em abrir a Zero Latency em Portugal e proporcionar esta experiência única aos portugueses. Com a experiência que proporcionamos, aliada à aposta do Dolce Vita Tejo na vertente do entretenimento, acreditamos que a Zero Latency irá converter-se rapidamente num caso de sucesso em Portugal. À semelhança dos outros países, iremos iniciar com o jogo “Zombie survival” e ao longo do tempo serão, depois, adicionados outros jogos, com diferentes características” referiu, ainda, o responsável.

O executivo afirmou que estão previstos mais centros na Europa, com as próximas aberturas já marcadas para Londres e Dublin em março e abril de 2018, respetivamente. Quando questionado sobre a escolha do nosso pais, Alberto Marcos indicou que se deveu ao facto de estarmos ao lado de Espanha mas também do turismo, dado que “Portugal é o sítio para onde todos os europeus querem vir quando têm uns dias de folga.”

O centro está localizado no Dolce Vita, ao lado da KidZania, junto à zona de restauração. O horário de funcionamento será de segunda a quinta-feira das 14:00 às 22:00, sexta-feira das 14:00 às 23:00, sábado das 11:00 às 23:00 e no domingo das 11:00 às 22:00. 

O preço por pessoa por uma hora de sessão é de 24,95€ , em que o tempo de jogo é de aproximadamente 30 minutos. Os bilhetes estão disponíveis no centro e on-line no site do Zero Latency e a idade mínima para participar é de 13 anos.

A nível  internacional, os centros da Zero Latency tiveram este ano mais de 200.000 jogadores em todo o mundo, e é exactamente por este sucesso experienciado em outros países que  Alberto Marcos aconselhou a reserva on-line antecipada.

Neste momento, existem 5 títulos disponíveis Zombie Survival, Outbreak, Origins, Singularity e o Engineering. Os jogos Engineering e Singularity acabam de vencer, respectivamente, em Orlando, o primeiro e segundo prémios Brass Ring Best New Product, na categoria de jogos e dispositivos, atribuídos pela Associação Internacional de Diversões e Atrações (IAAPA). Estes dois jogos devem chegar ao centro de Lisboa durante 2018, sendo que o primeiro é um jogo dedicado às famílias sem qualquer violência ou uso de armas simuladas.

Veja o vídeo do jogo que vai estar disponível em Portugal no Zero Latency, a partir de segunda-feira:

 

O veredicto da BIT Magazine após o jogo é de que a experiência vale mesmo a pena, dada a sua imersividade e singularidade, visto que não se consegue repetir em casa.


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