Exclusive Group reporta crescimento anual de 60%

EmpresasNegóciosSegurança
0 0 Sem Comentários

O Exclusive Group reportou que os mais recentes resultados financeiros revelam um crescimento anual de 60%, para os primeiros seis meses de 2016, com receitas totais de 575 milhões de euros. A região de Espanha, Portugal e Itália teve um crescimento anual de praticamente 40%.

Um desempenho que a empresa garante ser reflexo a execução bem-sucedida da estratégia do grupo, com um forte retorno registado em áreas chave em todos os territórios globais, e a rápida e efetiva integração das operações do VAD (value-added distributor) de cibersegurança da região da Ásia e Pacífico.

Explica o grupo que os resultados do primeiro semestre são comparáveis ao rendimento total registado em 2014, “o que mantém o Exclusive Group alinhado com as expectativas de duplicar a receita, a cada dois anos”, lê-se no comunicado enviado à imprensa.

“A intenção de termos um negócio mais heterogéneo através da nossa estratégia VAST [NR: serviços de valor acrescentado] está a revelar-se muito positiva, com cada um dos nossos serviços auxiliares a contribuírem para um crescimento forte”, disse Olivier Breittmayer, CEO do Exclusive Group.

“Estes resultados mostram ainda que o grupo está muito bem equilibrado a nível global. Tem a capacidade de absorver flutuações em geografias regionais e em economias com pouco impacto imediato. É particularmente gratificante ver o nosso negócio BigTec, que está a registar um crescimento rápido no mercado de infraestrutura web definidas por software, a registar um crescimento de três dígitos. Isto, aliado às operações da Exclusive Networks fortemente focadas na cibersegurança e no renovado foco no desenvolvimento e expansão dos serviços premium, está a ter um impacto positivo no negócio global integrado.”

Numa base comparável, excluindo a Ásia, o crescimento anual foi superior a 25% (464 milhões de euros de receitas no primeiro semestre de 2016). “A integração da Ásia está finalmente finalizada e a gerar um crescimento significativo”, dizem no documento.

A empresa diz ainda ter havido forte receitas no sul da Europa (Espanha, Portugal e Itália), com um crescimento anual de praticamente 40%, valor que se aproxima ao do período de pré-austeridade. De forma semelhante, em França e África, o melhoria das condições de mercado ajudou a região a registar um crescimento de 30%, acima do esperado.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor