Estudantes do Porto querem criar 8 novas empresas tecnológicas até 2017

Negócios

O Porto vai ter um Núcleo de Empresas Tecnológicas (NET) que vai permitir a criação de um rede de pequenas e microempresas e a criação de novos postos de trabalho para estudantes universitários. No arranque do NET estão duas empresas – a space2business e a Quick Route City -, embora se estime que, até 2017 sejam

O Porto vai ter um Núcleo de Empresas Tecnológicas (NET) que vai permitir a criação de um rede de pequenas e microempresas e a criação de novos postos de trabalho para estudantes universitários.

Instalações NET UPT

No arranque do NET estão duas empresas – a space2business e a Quick Route City -, embora se estime que, até 2017 sejam já 8 as empresas criadas pelos estudantes universitários da Universidade Portucalense.  A ideia central da UPT é incentivar jovens alunos a gerir negócios e a gerar riqueza no país ainda no decorrer dos anos de formação académica.

Esta iniciativa empreendedora vai arrancar com duas empresas de base tecnológica criados por estudantes daquela universidade e que vão ter o apoio da instituição nos primeiros dois anos de vida. Estas duas empresas são fruto de projetos inovadores que foram propostos ao departamento de inovação, ciência e tecnologia (DICT) da UPT.

“São duas empresas cujas áreas de negócio estão relacionadas com tecnologias móvel e web e com a área dos serviços, mas só na sexta-feira é que vamos dar a conhecer publicamente mais detalhes sobre cada um dos projetos”, afirma Filomena Castro Lopes, diretora do DICT.

Os dois projetos empresariais que vão ser criados na UPT pertencem a alunos do 1º ciclo de estudo e a um antigo aluno.

“Este é o ano de lançamento do NET UPT, mas queremos, doravante, ver nascer empresas no seio da universidade com uma periodicidade anual e vamos alargar esta iniciativa a outro tipo de empresas, não só de base tecnológica, fomentando, no fundo, o cruzamento de áreas de conhecimento da universidade”, explica a diretora do DICT.

O NET UPT nasce com base nos valores da Universidade, que acredita ser fundamental fomentar o espírito empreendedor desde logo nos seus alunos.

“Mudámos métodos de ensino, lançámos atividades extra curricular com o objetivo de desenvolver estas competências, e até criámos unidades curriculares dentro desta área no mestrado de informática e, por isso, achamos que o próximo passo a dar era este, até porque os nossos alunos já vinham há algum tempo a mostrar capacidades empreendedoras através da participação em vários eventos ligados à área”, conclui a mesma fonte.


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