Estados Unidos vão integrar kill-switch em smartphones

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As fabricantes e operadoras móveis norte-americanas acordaram, por fim, na implementação de uma ferramenta de anti-roubo, um kill-switch, nos smartphones cuja venda seja efetuado nos Estados Unidos. Esta medida intenta dissuadir os criminosos de roubarem dispositivos móveis. A CTIA, uma associação norte-americana que representa toda a indústria das comunicações móveis, redigiu o “Compromisso Voluntário Anti-roubo

As fabricantes e operadoras móveis norte-americanas acordaram, por fim, na implementação de uma ferramenta de anti-roubo, um kill-switch, nos smartphones cuja venda seja efetuado nos Estados Unidos. Esta medida intenta dissuadir os criminosos de roubarem dispositivos móveis.

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A CTIA, uma associação norte-americana que representa toda a indústria das comunicações móveis, redigiu o “Compromisso Voluntário Anti-roubo de Smartphones”, que vem amenizar as preocupações e responder às exigências de vários membros da esfera política dos Estados Unidos que há muito que pedem uma medida que salvaguarde a privacidade e segurança dos utilizadores caso o seu dispositivo seja furtado ou perdido.

O documento estipula que uma ferramenta, pré-instalada ou gratuitamente descarregável, deverá ser disponibilizada para smartphones que sejam, vendidos na América do Norte. e que remotamente seja capaz de apagar todos os dados contidos no smartphone e que o torne inoperável para todos, com exceção do utilizador autorizado.

A ferramente deverá ainda impossibilitar a reativação do aparelho sem a devida permissão, e assegurar que a operacionalidade seja restaurada apenas pelo proprietário e que só ele possa autorizar a recuperação dos dados.

A integração desta funcionalidade há muito que havia sido bloqueada pelas operadoras norte-americanas, que alegavam que um kill-switch poder-se-ia tornar numa munição usada pelos cibercriminosos contra os utilizadores.

Contudo, muitos políticos alvitravam que a posição das operadoras era somente reflexo do receio de serem eliminadas as taxas que cobram aos consumidores pelos seguros mobile.

O diretor executivo da CTIA, Steve Largent, afirmou que “através da colaboração com legisladores, forças policiais e consumidores” vai ser possível reduzir o número de smartphones furtados e proteger os  utilizadores e as sua informação pessoal.

Boris Johnson, mayor de Londres, exigiu às divisões britânicas de tecnológicas como a Apple, a Motorola, a Nokia e a Samsung a criação de um sistema anti-roubo de dispositivos móveis.

Até agora não se sabe se a ferramenta anti-roubo que será implementada nos dispositivos móveis norte-americanos será também difundida pelos smartphones de outros países.


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