Especial Schneider – InfraStruxure veio revolucionar mercado

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    A Schneider Electric – especialista global em gestão de energia – comemorou em 2013 o 10.º aniversário da arquitetura para Centros de Dados InfraStruxure, uma arquitetura que nasceu da necessidade por parte das empresas de terem implementações simplificadas de Tecnologias de Informação para poupar tempo, custos e recursos. Maria de Lurdes Carvalho –

Lara Veríssimo com Susana Marvão-01

 

 

Especial Schneider-01A Schneider Electric – especialista global em gestão de energia – comemorou em 2013 o 10.º aniversário da arquitetura para Centros de Dados InfraStruxure, uma arquitetura que nasceu da necessidade por parte das empresas de terem implementações simplificadas de Tecnologias de Informação para poupar tempo, custos e recursos.

Maria de Lurdes Carvalho – que liderou o IT Business da Schneider Electric nos últimos anos e que ocupa, agora, o cargo de vice-presidente data center solutions da EMEA – em conversa com a B!T Magazine, admite que “o lançamento da arquitetura InfraStruxure revolucionou a forma como concebemos as infraestruturas físicas de TI, ao permitir um controlo total das mesmas, contribuindo, assim, para uma otimização da eficiência da operação, através da plataforma DCIM (Data Center Infrastructure Management)”.

Surge assim o InfraStruxure, uma arquitetura escalável e modular que integra potência, distribuição de potência, arrefecimento, bastidores, gestão e serviços numa única solução. Desta forma, as salas de TI e os Centros de Dados conseguem adaptar-se de forma rápida e eficiente às necessidades do negócio das empresas.

Maria de Lurdes Carvalho explanou ainda as mudanças que os departamentos de TI podem sofrer com esta inovação. Esta mudança permite alcançar diferimentos no CapEx e reduções de OpEx, através da adequação da alimentação e arrefecimento às reais necessidades das cargas de TI.

Entrevista a Engª Maria de Lurdes Carvalho.

 

Schneider aposta nas parcerias

Especial Schneider-02Uma das mais fortes aposta da Schneider é precisamente as parcerias que a empresa “insiste” em encetar. David Claudino, presidente da Schneider Portugal, explicou à B!T Magazine que para a Schneider as parcerias são fundamentais. “São parte do nosso DNA”, diz este responsável, adiantando que as empresas parceiras são fundamentais para seu desenvolvimento do negócio. “De facto, essas empresas vão crescendo connosco e a Schneider vai crescendo com elas”. David Claudino disse ainda que para todas as áreas de negócio, particularmente no mundo das Tecnologias de Informação, é fundamental a formação de parcerias para alcançar a satisfação dos clientes.

Em relação ao mercado nacional, o presidente da Schneider Portugal disse existirem várias evidências de que está a começar a estabilizar a até com tendência de começar a crescer um pouco. “As bolas de cristal não têm funcionado muito bem, mas parece-me que sim, que estamos a chegar no ponto mais baixo da crise económica”.

Quanto ao mercado internacional “também existem inputs de que vamos crescer mais, devido a um certo nível de estabilização pelo mundo fora, mas com diferentes perfis de crescimento que dependem das geografias”, explica.

No que toca ao investimento em TI por parte das pequenas e médias empresas portuguesas, David Claudino acredita que o investimento nesta área é essencial e que deve ser cortado o menos possível. “Nas épocas de baixo volume de negócios é difícil escolher as melhores opções para investir e, por isso, há que investir menos. Acredito que as áreas de Tecnologias de Informação, são das que se devem procurar cortar menos e continuar a investir, porque fazem parte fundamental das empresas, são elas que garantem a qualidade, produtividade e competitividade do seu negócio”.

David Claudino falou-nos ainda das estratégias da Schneider para o futuro, focada em três eixos. A primeira assenta numa linha de crescimento em mercados onde a linha de oferta é menos forte. “É nesses mercados que queremos aumentar a nossa presença e crescer mais rápido”. Outro eixo de desenvolvimento está relacionado com o movimento que as empresas portuguesas fizeram (e estão a fazer) para os mercados de exportação. “Nós estamos com os nossos parceiros a aproveitar essa dinâmica”.

Por último, um eixo de crescimento transversal a toda a empresa, baseado nos sistemas de eficiência energética. “Os próprios anos de baixo crescimento, geraram uma oportunidade, porque todos precisaram de reduzir custos e a eficiência energética traduz-se nessa redução”.

De um modo geral, o representante da Schneider está confiante de que 2014 será melhor que 2013. “Espero e conto que 2013 tenha sido o último ano de não crescimento de muitos dos mercados em que a Schneider está presente”.

Entrevista ao Presidente da Schneider Portugal, David Claudino.


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