ESPECIAL 2015 | Check Point: aumento de sensibilidade… mas não de orçamento

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O ano de 2015 foi bom não só para o negócio da Check Point como o negócio da segurança em geral. Mas, apesar de tudo, a realidade portuguesa ainda fica um pouco distante dos números esperados e praticados em outras geografias.

“A crise continua a ser uma realidade que provoca grandes constrangimentos no desenvolvimento e melhoria das empresas”, disse Rui Duro, sales manager da Check Point para Portugal.

Foi um ano de mudança na abordagem a esta área, onde houve claramente um aumento significativo na sensibilidade dos clientes para os riscos que estão expostos e à necessidade de se protegerem”.

Mas infelizmente, diz Rui Duro, a crise que ainda vivemos e a incertezas económicas que estamos sujeitos não permitiram que houvesse uma relação direta entre a necessidade e o negocio. “Contudo, estamos muito satisfeitos e otimistas”.

Em termos de negócio, as principais mudanças, comparando com 2014, tiveram a ver essencialmente com um aumento na necessidade de melhorar a segurança das empresas. “Sentimos essa preocupação nas diversas interações que fazemos com os nossos clientes e prospects, e com o aumento na adoção de novas tecnologias, que respondem aos novos desafios que se colocam atualmente às empresas, a mobilidade e o zero days attacks. Infelizmente ainda não houve uma mudança significativa nos orçamentos, mas sentimos melhorias”.

Já em termos de mercado, Rui Duro salientou pela positiva um aumento da procura e da sensibilidade para a temática, e pela negativa, embora tenha assistido a uma melhoria, o facto de os orçamentos desta área não acompanharem a necessidade e a preocupação dos responsáveis pelas infraestruturas.

Para a Check Point, e para o seu negócio, um dos grandes momento de 2015 foi claramente o lançamento da solução SandBlast, que incorpora uma inovadora solução de deteção de ataques desconhecidos, feita ao nível do CPU. Outro aspeto enfatizado pelo responsável foi o lançamento do produto Mobile Treath Prevention, que vem responder a uma necessidade premente e atual de proteger os dispositivos moveis que a grande maioria das empresas já usam como ferramenta de trabalho. Por último, “o reconhecimento feito pela NSS Labs do nosso produto SandBlast como líder”.

Para 2016, as expectativas são bastante otimistas. “Estamos confiantes que iremos ter um 2016 fantástico. Pretendemos consolidar a nossa liderança nesta área, quer em termos de negocio quer em termos tecnológicos. Estamos bastante confiantes que o iremos uma vez mais alcançar”.

Para suportar estas expectativas a empresa salienta ser líder de mercado em termos tecnológicos e de negócio, para além de, nas palavras de Rui Duro, terem os melhores clientes e os melhores parceiros. “Somos focados única e exclusivamente em segurança, o que nos permite gastar todas as nossas energias e recursos em desenvolver produtos de excelência. As nossas ofertas mais recentes de Mobilidade e Zero Days Atacks colocaram-nos já em vantagem face à nossa concorrência, e isto permite-nos sentir uma grande confiança que iremos continuar a solidificar a nossa posição. Outro aspeto muito importante tem a ver com a nossa abordagem ao mercado, queremos vender segurança e não uma falsa sensação de segurança”.


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