Empresas israelitas vêem futuro no mercado Bitcoin

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A comunidade de entusiastas da Bitcoin em Israel, talvez uma das mais ativas no mundo, quer construir o mais avançado sistema de comércio baseado na moeda digital. Pelo menos duas dezenas de startups surgiram em Israel no último ano com a intenção de criar ferramentas que permitam que a unidade monetária digital Bitcoin passe a ser

A comunidade de entusiastas da Bitcoin em Israel, talvez uma das mais ativas no mundo, quer construir o mais avançado sistema de comércio baseado na moeda digital.

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Pelo menos duas dezenas de startups surgiram em Israel no último ano com a intenção de criar ferramentas que permitam que a unidade monetária digital Bitcoin passe a ser usada em qualquer forma de transação.

As empresas israelitas são pioneiras em ficheiros hi-tech como criptografia e prevenção de fraudes, e todos interagem com o universo Bitcoin.

Eli Novershtern, diretor da maior empresa israelita de capital de risco Pitango, declara que todos estes fatores fazem de Israel um ponto crucial para desenvolvimento da Bitcoin, tal como Singapura ou Silicon Valley na Califórnia.

Sem avançar quaisquer detalhes, Novershtern acrescenta que o mercado israelita está bastante ativo e que a Pitango está disposta a investir nas empresas startup que vejam na Bitcon uma mais-valia.

Como unidade monetária encriptada, a Bitcoin movimenta-se digitalmente entre duas partes e pode ser trocada por dinheiro físico. O seu valor varia consoante a procura pelos utilizadores. No entanto, não é apoiada por nenhuma entidade governamental nem por nenhum banco central.

As novas Bitcoins advêm de um processo chamado mining, em que programadores de todo o mundo competem por desvendar um código, que é gerado automaticamente, e o primeiro a consegui-lo recebe uma pequena quantia. Este processo tem lugar a cada dez minutos.

Netanel Goldberg, chefe da GetReal Platforms, uma empresa fundada o ano passado por ele e por mais dois colegas da academia militar de inteligência cibernética de Israel, prevê um “massacre” à medida que redes cada vez mais fortes tentam adquirir o maior número possível de Bitcoins.


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