Empreendedorismo e inovação no 23º Congresso das Comunicações

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No fórum “As Tic, a Inovação e o empreendedorismo” Nadim Habib, CEO da NOVA Executive Education da UNL, deu início ao debate mostrando qual é a sua visão de empreendedorismo e inovação. Começou por apresentar alguns dados dizendo que os portugueses trabalham muitas horas, mais que os alemães, mas que mesmo assim eles produzem mais

No fórum “As Tic, a Inovação e o empreendedorismo” Nadim Habib, CEO da NOVA Executive Education da UNL, deu início ao debate mostrando qual é a sua visão de empreendedorismo e inovação.

empreendedorismoComeçou por apresentar alguns dados dizendo que os portugueses trabalham muitas horas, mais que os alemães, mas que mesmo assim eles produzem mais 30 por cento do que os portugueses.

Portugal está nesta situação “porque não produz o que devia produzir”, explica. O CEO disse ainda que existem organizações que conseguem inovar na área das tecologias e há outras que não querem inovar. ”Há muito talento, mas as nossas organizações funcionam com a base de que não há talent. Existo acontece, porque funcionam com a mesma lógica de gestão”.

Os clientes estão cada vez mais exigentes e isto cria uma grande pressão dentro das organizações. Nadim Habib concluiu falando sobre o que é necessário, na sua opinião, para inovar. “As organizações têm de ter a capacidade de mudar. Para mim inovação tem três pilares: dor (as ideias vêm resolver dores que nos afetam); preço (tem de estar em linha com a dor); processo (marketing, comunicação).

Esta apresentação destacamos a intervenção de Paulo Trezentos, Co-Fundador e Partner da Caixa Mágica Software, que falou sobre o caso de sucesso da sua empresa; Pedro Pinto, CEO da Take the Wind falou do grande desafio que foi passar de um tecnologia para um produto e, por fim, João Vasconcelos, Diretor Executivo da Startup Lisboa afirmou que “é das startups que vem a inovação”.


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