Depois da Samsung, a Xiaomi quer agora destronar a Apple

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A Xiaomi lançou um novo smartphone e está a preparar-se para batalhar com a Apple pela liderança do setor mundial. O Mi Note pode ser mais pequeno que o iPhone 6 Plus, mas tem as mesmas funcionalidades e custa quase menos dois terços do preço do rival. O mais recente telemóvel daquela que é a

A Xiaomi lançou um novo smartphone e está a preparar-se para batalhar com a Apple pela liderança do setor mundial. O Mi Note pode ser mais pequeno que o iPhone 6 Plus, mas tem as mesmas funcionalidades e custa quase menos dois terços do preço do rival.

Xiaomi Apple

O mais recente telemóvel daquela que é a startup tecnológica mais valiosa do mundo foi apresentado pelo CEO Lei Jun em Pequim. Comparando frequentemente o Mi Note ao iPhone 6 Plus, o diretor executivo revelou que o smartphone da Xiaomi, com uma memória de 16 GB, será comercializado sob um preço aproximado de 371 dólares, ao passo que na China o telemóvel da Apple custa quase mil dólares.

Em agosto de 2011, a Xiaomi estreou-se no mercado dos smartphones com o Mi1. Somente três anos depois, no passado mês de dezembro, a fabricante chinesa conseguiu conquistar uma avaliação de 45 mil milhões de dólares, fruto de uma ronda de investimentos de 1,1 mil milhões de dólares.

Ocupando a posição de terceira maior fabricante de smartphones do mundo, a Xiaomi tem vindo a exercer cada vez mais pressão sobre gigantes como a Samsung e, agora, a Apple, com o lançamento de telemóveis low cost que, em termos de funcionalidades e qualidade, aproximam-se muito dos das rivais.

Lei Jun avançou que a Xiaomi está a procurar interligar os seus smartphones com os dispositivos de domótica que exibem a sua marca. Desta forma, a empresa chinesa está a procurar expandir-se para a esfera das Smart Homes, ou Casas Inteligentes, permitindo que os utilizadores possam controlar remotamente eletrodomésticos, câmaras de vigilância e circuitos elétricos.

A Xiaomi, em 2014, registou receitas de 11,99 mil milhões de dólares. No mesmo período, a empresa vendeu mais de 61 milhões de telemóveis, traduzindo um aumento de 227 por cento face a 2013.

No ano passado, a China, o maior mercado de smartphones do mundo, registou uma queda de oito por cento nas vendas destes dispositivos, segundo o Ministério da Indústria e das Tecnologias de Informação.


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