Conheça os últimos dados de spam no tráfego de correio eletrónico

Segurança

De acordo com o último relatório de spam da Kaspersky, desde fevereiro que a percentagem de spam no tráfego de correio electrónico tem sofrido poucas mudanças. Observa-se, portanto, o primeiro período de uma verdadeira estabilização no tráfego de e-mail indesejado, uma vez que, nos últimos anos, têm-se registado muitas flutuações no volume de spam. As

De acordo com o último relatório de spam da Kaspersky, desde fevereiro que a percentagem de spam no tráfego de correio electrónico tem sofrido poucas mudanças. Observa-se, portanto, o primeiro período de uma verdadeira estabilização no tráfego de e-mail indesejado, uma vez que, nos últimos anos, têm-se registado muitas flutuações no volume de spam.

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As ameaças que se propagam por e-mail mais utilizadas pelos cibercriminosos são os ataques concebidos para roubar dados de acesso a contas de utilizador, em particular para serviços de banca online. Os números do relatório mostram que mais de 40% dos programas maliciosos, enviados por correio electrónico, têm como objetivo roubar informação pessoal, incluindo dados financeiros.

Todos os e-mails maliciosos, dirigidos a empresas, disfarçam-se de respostas automáticas, ou seja, de notificações de erro na entrega ou notificações da chegada de uma mensagem ou de um fax. Estas mensagens não utilizam qualquer técnica de engenharia social para atrair os utilizadores, o que faz com que não pareçam suspeitas.

No segundo trimestre de 2013, a China (23,1%), os Estados Unidos da América (16,8%) e a Coreia do Sul (6,6%) continuam a ser os líderes entre os países-fonte de spam. Em algumas repúblicas ex-soviéticas, entre elas a Ucrânia, o Cazaquistão e a Bielorrússia, a percentagem de spam enviado cresceu no segundo trimestre, passando a ocupar a sexta, sétima e oitava posições no ranking.

Quanto à percentagem de mensagens de phishing no tráfego total de e-mail, durante o segundo trimestre deste ano, esta caiu 0,0016%, atingindo os 0,0024%. A distribuição geral das organizações atacadas pelos phishers não sofreu grandes mudanças face ao primeiro trimestre. As redes sociais continuam à frente da classificação, com 34,3%, tendo a percentagem dos ataques contra as organizações financeiras aumentado 1,2%.


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