Cionet apresenta resultados de estudo nacional

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A Cionet divulgou as principais conclusões do estudo nacional Mobility Survey 2014. O documento aborda as principais tendências de mobilidade no mercado empresarial português. A Cionet inquiriu responsáveis dos mais diferentes setores de atividade, desde a Administração Pública aos Transportes e Logística, passando por Engenharia, Educação, TI e Telcos, retalho e Serviços, Utilities ou Serviços financeiros, entre outros. O estudo incidiu sobre as opções das

A Cionet divulgou as principais conclusões do estudo nacional Mobility Survey 2014. O documento aborda as principais tendências de mobilidade no mercado empresarial português.

458564543_1280A Cionet inquiriu responsáveis dos mais diferentes setores de atividade, desde a Administração Pública aos Transportes e Logística, passando por Engenharia, Educação, TI e Telcos, retalho e Serviços, Utilities ou Serviços financeiros, entre outros. O estudo incidiu sobre as opções das empresas nacionais no que respeita à implementação de soluções de mobilidade, assim como no estudo dos principais drivers para a adoção de iniciativas de mobilidade ou na análise dos principais serviços ou aplicações de soluções de mobilidade na empresa ou no negócio.

No estudo da Cionet conclui-se que a grande maioria das empresas continua a adotar abordagens tradicionais face a iniciativas de mobilidade ou de projetos de implementação de soluções de mobilidade na infraestrutura da companhia. Quase setenta por cento dos inquiridos confessam ter uma abordagem tradicional, em que a mobilidade é adotada apenas como resposta ao que o mercado procura, face a 31 por cento, que aposta em inovadoras iniciativas de mobilidade, antecipando necessidades do mercado, e envolvendo-se, por exemplo, no desenvolvimento e implementação de aplicações móveis.

Mais de metade das empresas consultadas (57 por cento) refere ter uma estratégia de mobilidade implementada. Esta decisão tem que ver maioritariamente com imposições do setor de negócio onde estão envolvidas (90 por cento), assim como com necessidades relacionadas com os clientes (60 por cento), indicações do departamento de TI (30 por cento), necessidades dos colaboradores (32 por cento) ou dos fornecedores (quatro por cento) ou, por fim, aspetos ligados à concorrência (oito por cento).

Rui Serapicos, Managing Partner da Cionet Portugal, afirma que “esta foi uma hipótese de estudar as estratégias das empresas nacionais face à mobilidade e criar alguma consciência a nível nacional para aspetos aqui abordados. Uma das principais conclusões tem que ver com o facto de grande parte das empresas não terem ainda KPIs definidos que lhes permitam de facto avaliar os investimentos feitos em mobilidade. Com os custos e perdas que foram também referidos pelos inquiridos, é preocupante que apenas 14 por cento das empresas tenha KPIs bem definidos para a mobilidade”.

O estudo da Cionet incidiu em entrevistas a um total de 49 responsáveis nacionais, representando diferentes indústrias e setores de atividade, recolhidas entre 13 de maio e 4 de julho do presente ano.


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