Cinco passos para estabelecer um plano de Disaster Recovery

Data-Storage

As empresas de hoje em dia enfrentam todo o tipo de desafios na gestão da proteção dos seus dados, das falhas de segurança aos ataques de ransomware, passando por desastres naturais, como os que pudemos assistir nas últimas semanas, e que deixaram inutilizadas as sedes de muitas empresas no lado de lá do Atlântico.

É, portanto, mais necessário que nunca planificar estes possíveis cenários e desenvolver planos de recuperação de desastres que sejam capazes de minimizar os danos.

“No momento de definir uma estratégia de DR, é necessário desenvolver um plano exaustivo que todos os colaboradores possam seguir. Também é importante contar com um parceiro que possa ajudar a pôr o plano em marcha e que possa aconselhar durante uma crise”, aconselha Iván Abad, Technical Services Manager Iberia da Commvault.

A Commvault propõe uma série de passos para que as empresas possam pôr em marcha um plano de DR com garantias:

  1. Primeiro passo: reconsiderar a capacidade de disaster recovery da empresa e o que põe em risco. Não se trata apenas de perdas económicas, mas também de prestígio e de confiança dos clientes. Se a capacidade de recuperação da empresa não é a de que necessita, é preciso mudar o plano de DR. Para conhecer a capacidade real de recuperação, a empresa deve responder a preguntas como: Quanto tempo demoraria a recuperar a informação? Qual seria o ponto de recuperação? Quanto custaria recuperar os dados?
  1. Segundo passo: Que dados necessito de recuperar? Num ambiente convencional não só é necessário recuperar dados e aplicações, como também workloads, máquinas virtuais, aplicações, etc., para que o negócio possa continuar a desenvolver-se sem problemas.
  1. Terceiro passo: Onde estão os dados? Hoje em dia, o mais habitual é que, dentro de uma mesma organização, os dados estejam distribuídos entre instalações on-premise, numa ou em várias clouds, nos postos de trabalho e nos dispositivos móveis. O ideal é que o plano de DR que estabeleça contemple os dados distribuídos nos diferentes cenários.
  1. Quarto passo: aproveitar a cloud para o DR. As tecnologias na cloud oferecem novas possibilidades e vantagens na hora de recuperar os dados, como redução de custos, menor logística, maior velocidade, melhores níveis de continuidade de serviço, etc.
  1. Quinto passo: automatizar o DR. É necessário contar com uma estratégia integral para que a recuperação de desastres não implique esforços, riscos ou gastos. Há que estar preparado para quando acontece um problema, seja um desastre natural ou um ataque de ransomware. Para tal, é necessário simplificar os processos, automatizando-os e orquestrando-os, para que, quando aconteça um problema, o plano de DR possa arrancar sem falhas.