Cibercrime gere perdas de 87 mil milhões de euros

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A Symantec revelou que, durante o último ano, o cibercrime gerou prejuízos de 86,87 mil milhões de euros. Este tornou-se num dos negócios mais rentáveis do mundo e menos afetado pela crise. De acordo com dados divulgados pela Symantec, os Estados Unidos é o país onde os prejuízos decorrentes dos ataques informáticos foram mais elevadas, cerca

A Symantec revelou que, durante o último ano, o cibercrime gerou prejuízos de 86,87 mil milhões de euros. Este tornou-se num dos negócios mais rentáveis do mundo e menos afetado pela crise.

cyber-criminal-hackerDe acordo com dados divulgados pela Symantec, os Estados Unidos é o país onde os prejuízos decorrentes dos ataques informáticos foram mais elevadas, cerca de 29 mil milhões de euros. No entanto, os países mais afetados pelo cibercrime são a China, a Rússia e a África do Sul.

Logo a seguir aos Estados Unidos, segue-se a China como segundo país com mais perdas decorrentes neste tipo de crime. O país asiático registou um prejuízo de 28 mil milhões de euros. De seguida aparece a Europa, em terceiro lugar, com nove mil milhões de euros de perdas apuradas.

Ao todo, foram 378 milhões de vítimas de cibercrime contabilizadas pela Symantec durante o ano de 2012. Estas vítimas sofreram, em média, um prejuízo de 229 euros com o ataque de que foram alvo.

Para chegar a estas conclusões, a empresa de segurança da Internet utilizou uma amostra de 13 mil utilizadores de 24 países para a pesquisa.

Ainda de acordo com os dados da Symantec, são os homens as principais vítimas deste tipo de ataques, representando 64 por cento do total do universo estudado. Foi ainda apurado que um em cada dois utilizadores de dispositivos portáteis, como tablets ou smartphones, não tomam as devidas medidas de segurança.

Só em 2012, cerca de 38 por cento dos inquiridos deste estudo foram alvos de ataques informáticos através deste tipo de dispositivos portáteis.

Tem também aumentado muito o número de ataques através das redes sociais, tendo afetado 12 por cento dos seus utilizadores só no último ano.


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