China quer apertar o cerco ao comércio eletrónico

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O governo chinês quer reforçar o seu controlo sobre as empresas do comércio digital, com a aplicação de medidas mais limitativas e de penalizações mais severas para aquelas que violarem as normas. A Administração Estatal para a Indústria e Comércio (SAIC) disse, na voz do seu diretor Zhang Mao, que a China precisa de ter

O governo chinês quer reforçar o seu controlo sobre as empresas do comércio digital, com a aplicação de medidas mais limitativas e de penalizações mais severas para aquelas que violarem as normas.

testes-site-comércio-eletronico-ecommerceA Administração Estatal para a Indústria e Comércio (SAIC) disse, na voz do seu diretor Zhang Mao, que a China precisa de ter um pulso mais firme no que diz respeito ao comércio eletrónico, nomeadamente sobre as empresas deste setor que alimentem práticas ilícitas e comercialização marginal de bens contrafeitos.

Assim, o diretor da autoridade reguladora chinesa afirma que é necessário adotar e operacionalizar um sistema de registo das empresas que desrespeitem as regras do setor do e-commerce. Ele defende também a aplicação de punições mais austeras às entidades transgressoras.

Com estas novas e mais austeras medidas, a SAIC espera conseguir possibilitar o crescimento saudável do setor do comércio digital na China, com a erradicação de bens ilícitos e de mercados paralelos. Zhang diz que o e-commerce está a proliferar mais rápido do que as normas que o regem, apelando à cooperação entre empresas e órgãos governamentais.

Em janeiro, conta a Reuters, a Alibaba foi acusada pela SAIC de negligenciar a comercialização de produtos ilegais e contrafeitos realizada na sua plataforma. Consta que a acusação foi já retirada.


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