Cerca de 570 mil smartphones vendidos em Portugal no terceiro trimestre

Negócios

Só no terceiro trimestre deste ano venderam-se 570 mil smartphones em Portugal. Estes dispositivos representam 60 por cento do mercado de smart connect devices no nosso país. Em 2013, o mercado dos dispositivos inteligentes, que compreende a venda de smartphones, tablets e PCs, cresceu cerca de 21,3 por cento. Os smarphones e os tablets registaram

Só no terceiro trimestre deste ano venderam-se 570 mil smartphones em Portugal. Estes dispositivos representam 60 por cento do mercado de smart connect devices no nosso país.

Smartphone-Buying-Guide-India-2012Em 2013, o mercado dos dispositivos inteligentes, que compreende a venda de smartphones, tablets e PCs, cresceu cerca de 21,3 por cento. Os smarphones e os tablets registaram uma grande procura, mas o mercado de PCs esteve em queda. No entanto, entre os meses de julho e setembro deste ano venderam-se 870 mil SCD.

As vendas de smartphones registaram nesse período um crescimento superior a 20 por cento relativamente a período homólogo do ano passado. Segundo a IDC Portugal, a concorrência entre as marcas e a renovação de produtos estão entre os fatores que ajudam os smartphones a lideraram as vendas dos SCD.

Relativamente ao mercado de PCs, a empresa refere em comunicado que se registou uma queda de 18,9 por cento. O preço elevado dos computadores é o principal fator que impede uma renovação mais frequente.

A Samsung continua a ser a marca que mais dispositivos inteligentes vende em Portugal. Aparece depois a LG, que cresceu quase 400 por cento e depois a Apple, com uma quota de mercado próxima dos dez por cento.

A IDC estima que este ano sejam vendidos em Portugal 3,4 milhões de dispositivos inteligentes que vão gerar receitas de 950 milhões de euros. Este valor vai representar um crescimento de 18 por cento em comparação ao ano passado.

“O mercado dos smart connected devices vive uma fase de expansão acelerada. A mudança nos padrões de utilização vai continuar a fomentar a inovação e a criar novas oportunidades para a indústria”, refere Gabriel Coimbra, Diretor-Geral da IDC Portugal.


Clique para ler a bio do autor  Clique para fechar a bio do autor