CEO do Spotify diz que Apple Music não é uma ameaça

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O fundador e diretor executivo do Spotify disse que a indústria do streaming de música é suficientemente grande para abarcar vários competidores. Daniel Ek mostra que não se sente ameaçado pelo lançamento do rival Apple Music, o serviço lançado esta segunda-feira pela marca da maçã mordida. Depois da Apple ter apresentado o seu rival do

O fundador e diretor executivo do Spotify disse que a indústria do streaming de música é suficientemente grande para abarcar vários competidores. Daniel Ek mostra que não se sente ameaçado pelo lançamento do rival Apple Music, o serviço lançado esta segunda-feira pela marca da maçã mordida.

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Depois da Apple ter apresentado o seu rival do popular Spotify, Daniel Ek escreveu, na sua página do Twitter, duas curtas palavras que, embora pouco tenham dito, muito deixaram a desejar. “Oh ok.” foi a reação, algo minimalista em termos de detalhes, do fundador e CEO do Spotify.

Agora, Ek, numa entrevista ao jornal sueco Dagens Industri, afirma que a esfera do streaming de música poderá muito bem ser navegada por mais do que um serviço e que estar entre os três melhores é suficiente. Para além de ser uma atitude um pouco peculiar para um homem de negócios que está no leme de um serviço como o Sportify, a História diz-nos que peixes graúdos num lago pequeno (o mercado do streaming de música está ainda a crescer e a ganhar força) acabam por disputar acerrimamente a liderança, e é lutar ou deixar-se ficar para trás.

Contudo, o CEO afirma que o Spotify goza da vantagem de ser o número um no mercado do streaming. Mas este cenário pode rapidamente inverter-se, se se considerar que o Apple Music está sob a alçada de uma das empresas tecnológicas com o maior valor de mercado (a Apple está avaliada em cerca de 740 mil milhões de dólares, segundo dados da Forbes) e conta com suporte de um serviço forte como o iTunes.

Aquando da estreia do Apple Music, o Spotify revelou que contava com mais de 20 milhões de subscritores e mais de 75 milhões de utilizadores ativos, valores que, segundo a Reuters, são quase o dobro dos registados no ano passado.


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