Centro de Ciência Viva de Guimarães já abriu ao público

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O Centro de Ciência Viva de Guimarães foi inaugurado hoje em Couros, mais de quatro anos depois da data de abertura inicialmente prevista. Trata-se do vigésimo centro da rede da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e a Universidade do Minho.

O espaço é emblemático na cidade: está no edifício da antiga fábrica de curtumes Âncora, na zona histórica de Couros. A designação oficial é Centro Ciência Viva de Guimarães – Curtir Ciência (CCVG), e a inauguração contou com a presença da secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Maria Fernanda Rollo.

A área de exposição tem quase duas dezenas de módulos em vários segmentos – Robótica, Eletrónica e Instrumentação, Realidades Virtuais, Engenharia, Reciclagem, Arqueologia e História. Além desta zona, estão disponíveis dois laboratórios, onde os visitantes poderão fazer experiências. O centro oferece ainda uma zona de acolhimento, cafetaria e loja.

As partes mais interessantes serão provavelmente as experiências. Por exemplo, será possível fazer um telefonema para Marte, aprender a conduzir um carro lunar, simular uma viagem através do sistema solar ou controlar uma casa através de sistemas de domótica.

Esta fábrica é um “ícone da tipologia construtiva de Couros”, segundo a Agência responsável pela rede Ciência Viva, e remonta para a era pré-industrial. Por isso, o centro também vai oferecer uma “viagem no tempo” para que os visitantes observem as pias e lagares usados nos trabalhos dos curtumes, ouçam testemunhos de Vimaranenses que trabalharam nesses locais e descobriam a história dos couros com um assistente virtual.

A abertura põe fim a vários anos de espera, visto que a data prevista quando o centro foi anunciado era junho de 2011.


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