B!T Talks: Ir para a cloud é um ponto sem retorno

Cloud

As empresas podem lá estar mais, ou menos. De uma forma pública, privada ou híbrida. Com uma área mais ou menos crítica. Mas a verdade é que todas, praticamente sem exceção, têm uma presença na cloud compunting. E é um ponto sem retorno. Não é moda passageira mas é um agente de mudança e uma incrível oportunidade para transformar o negócio. Esta foi a conclusão do segundo B!T Talks, desta vez dedicado ao tema computação em nuvem.

EMC, CIONET Portugal, Microsoft, Claranet, PHC Fujitsu e Assoft estiveram ontem no Auditório da Casa da Imprensa, em Lisboa, a debater as estratégias para cloud computing, um evento com a marca B!T.

Fernando Miranda, Enterprise Account Manager da EMC, falou sobre a necessidade de uma partilha de riscos ao mesmo tempo que admitiu faltar legislação que regule os processos. “Mas confio que na União Europeia consigamos um conjunto de soluções e estratégias”, disse aos presentes. A EMC acredita que a cloud híbrida é para o caminho a seguir, garantindo Fernando Miranda que a empresa norte-americana oferece uma solução integrada, testada e certificada antes de chegar ao cliente final.

Rui Serapicos, Managing Partner da CIONET Portugal, avançou para a plateia que o crescimento do mercado de cloud está a ser de dois dígitos ao ano e que “a transformação digital vai empurrar o ecossistema cloud no mercado europeu”.

Luís Carvalho, Diretor da Area de Cloud e Enterprise na Microsoft, admite mesmo que a empresa norte-americana está a crescer acima do mercado e que o catálogo de soluções “é cada vez mais variado e não pára de crescer”. Para a Microsoft, a cloud só tem valor para o cliente se existir uma evolução contínua.

Renato Paço, Consulting Services Lead da Claranet, diz que benefícios da cloud são claramente: agilidade e redução de risco e confirmou que “as empresas têm em média 3 clouds públicas e 3 clouds privadas.”

Para Francisco CaselliPHC FX Research Research Unit Director, “a cloud é uma ferramenta para mudar o negócio, o mercado, muito flexível e global” e “as empresas devem poder aceder a serviços mais especializados e inovadores”.

José Pinto, Director da Unidade de Cloud da Fujitsu, falou sobre o facto da convergência tecnológica obrigar as empresas a rever as suas fórmulas e que “criatividade ao nível do negócio tornou-se num novo desafio”.

A fechar o evento, Luís Sousa – presidente da direção da ASSOFT clarificou que, hoje, a cloud tem um custo acessível a plataformas fiáveis, seguras e escaláveis e é a solução para suportar as tendências de trabalho das novas gerações.”