Banca tem sabido modificar o seu modelo de negócio

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A Schneider Electric e a IDC promoveram a iniciativa “Omni-Experience Digital Transformation in Financial Sector”, em Lisboa, na qual foi analisada a capacidade das instituições financeiras oferecerem aos consumidores uma experiência otimizada, como parte integrante do contacto com os processos de transformação digital.

Paralelamente foram ainda abordadas as novas estratégias digitais para atrair e fazer crescer a lealdade dos clientes, parceiros e colaboradores – privilegiando o fortalecimento do ecossistema através das novas tecnologias.

Gabriel Coimbra, country manager da IDC, referiu no evento que a “terceira plataforma veio acelerar a pressão para a transformação digital dos negócios em todos os setores. E a banca é um dos setores onde mais pressão temos verificado, quer pela rápida evolução das Fintech, quer pela própria maturidade do setor.”

“Sabemos que o mundo está a ficar cada vez mais elétrico, conectado e eficiente e que o setor da banca tem sabido modificar o seu modelo de negócio, com base nessa transformação digital. Hoje, os smartphones e as redes sociais são elementos centrais da vida das pessoas. Juntando as necessidades futuras de Omni-Experience na banca do futuro, ao facto de existir, cada vez mais, uma grande sobrecarga nas redes de dados, será necessário equacionar modelos alternativos de gestão e transação de informação”, disse Pedro Nobre, RAC DC EMEAS Solutions Architect da Schneider Electric

O responsável diz que a Schneider Electric acredita que os Micro Data Centers e o Edge Computing vêm oferecer a oportunidade certa para aprofundarmos as soluções híbridas, como forma de melhorar o fluxo de informação entre os bancos e os seus clientes. 

Em linha com a visão apresentada, a Schneider Electric salientou, ainda, a transformação que o setor financeiro está a sofrer, abordou os novos desafios operacionais e tecnológicos, as novas oportunidades e as novas ameaças.

Paralelamente, foram abordados os novos requisitos regulamentares – a nível global, supranacional e nacional e as expectativas dos clientes relativamente à qualidade dos produtos, à distribuição de serviços e à forma como colocam uma pressão adicional ao nível dos canais de contacto com o cliente.


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