Ataques a smartphones aumentam

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Os dispositivos móveis são o principal alvo dos cibercriminosos. Segundo o último estudo sobre a evolução do malware móvel da Kaspersky, em 2013 foram detetados mais de 143 mil programas maliciosos para smartphones e tablets. Nos smartphones e tablets, os utilizadores guardam um grande volume de dados e informação confidencial que podem traduzir-se em grandes

Os dispositivos móveis são o principal alvo dos cibercriminosos. Segundo o último estudo sobre a evolução do malware móvel da Kaspersky, em 2013 foram detetados mais de 143 mil programas maliciosos para smartphones e tablets.

BritainNos smartphones e tablets, os utilizadores guardam um grande volume de dados e informação confidencial que podem traduzir-se em grandes benefícios económicos se forem parar a mãos indevidas.

De acordo com os número da Kaspersky, 35,5 por cento dos ataques a dispositivos móveis teve como objetivo o roubo de dinheiro dos utilizadores. Através de diversos programas maliciosos, os cibercriminosos conseguiam subtrair dinheiro através do envio de SMS e da realização de chamadas para números de valor acrescentado, intercetando passwords de utilização única para autenticação em serviços de banca online, ou desviando o dinheiro através de serviços de pagamentos móveis.

O segundo alvo dos ciberataques a dispositivos móveis foi o roubo de dados, registado em 20,6 por cento dos casos detetados. Através do roubo de contas online, fotos ou documentos e da interceção de SMS e e-mails de forma remota, os cibercriminosos obtêm acesso a informação confidencial dos utilizadores para, depois, vendê-la no mercado negro ou para coagir e ameaçar o utilizador, exigindo um resgate por esses dados.

Gerar dinheiro através de ataques a smartphones e tablets ocupa a terceira posição, com 19,4 por cento de todos os ataques registados. Neste caso, os criadores de malware móvel procuravam com os seus ataques configurar botnets ou levar a cabo esquemas através de falsos anúncios que pretendiam gerar grandes benefícios financeiros para os cibercriminosos.

O último grande objetivo do malware móvel foi a ciberespionagem. O malware dedicado a espiar terceiros teve como finalidade o acesso à localização dos utilizadores, analisar as mensagens e o registo de chamadas e vigiar os utilizadores através do microfone e da câmara do smartphone ou tablet.


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