As grandes tendências do comércio eletrónico em 2017

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Mais conteúdo audiovisual, assistência 24 horas, potenciação das redes sociais ou a conquista da geração Millennial são as tendências que irão moldar a evolução do e-commerce este ano.

A consolidação do comércio eletrónico é uma realidade incontestável. Os consumidores habituaram-se à comodidade de fazer compras a partir de casa ou de qualquer lugar recorrendo a todo o tipo de dispositivos. O que, digamos, é extremamente prático. Não surpreendentemente, a ascensão de m-commerce (mobile commerce ou, em português, comércio móvel) demonstra o triunfo da mobilidade e ubiquidade do comércio eletrónico.

O crescimento do e-commerce abriu um duro cenário competitivo em que convergem ambas as lojas virtuais de retalhistas físicos como “pure players”, operadores que apenas vendem no ambiente digital. Todos eles sabem que têm de se destacar entre os demais para conquistar o consumidor. A oferta disponível e o preço são dois fatores de diferenciação, mas por vezes não chega. Quais são os elementos-chave nas estratégias de negócio on-line?

A francesa iAdvize acredita que o desenvolvimento de conteúdos é uma das mais importantes táticas de marketing para as plataformas de comércio eletrónico. Assim, os retalhistas terão de redobrar os seus esforços na criação e promoção de conteúdos de qualidade, com particular ênfase no conteúdo audiovisual.

Também terão de aprofundar a estratégia de comunicação através das redes sociais, de modo que o comércio eletrónico tenderá a integrar todas essas plataformas nos seus sites. O Instagram vai continuar a ganhar importância, assim como conversar através do Facebook Messenger ganhará ainda mais relevância. “Esta experiência de conversação é a que temos com os nossos amigos todos os dias. Atrai-nos porque é fácil de usar, adapta-se perfeitamente à experiência digital e aos dispositivos e, sobretudo, é humana, menos onerosa, mais rápida e mais produtiva do que os e-mails “, explica Julien Hervouet, CEO e cofundador da iAdvize.

Por outro lado, um dos pontos fracos do comércio on-line face à compra na loja física é na prescrição, aconselhamento e ajuda dos vendedores. Ora, as lojas virtuais vão concentrar-se em reduzir esta desvantagem. Assim, a iAdvize acredita que, em 2017, vão já aparecer plataformas online de ajuda e assistência com serviço 24 horas por dia, seja por telefone ou chats on-line.

Além disso, para completar este serviço ao cliente, os negócios on-line vão promover o “community messaging”, onde os utilizadores podem aceder aos conselhos de uma comunidade de especialistas.

Finalmente, o comércio eletrónico terá de enfrentar o desafio de conquistar o público Millennial.

A iAdvize relembra que este grupo será o maior grupo consumidor mundial em 2017. Aliás, estima-se que 50% do consumo on-line será da responsabilidade da geração Millennial. A empresa informa que as lojas on-line têm que estar cientes das tendências em relação a este segmento da população, definindo claramente a estratégia de marketing para chegar a este grupo.


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