Apps móveis são um dos alicerces dos negócios de hoje

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As empresas com estratégias mobile fracas podem ditar a ruína do negócio. Um estudo da Oracle desvendou que 55 por cento dos indivíduos da Geração Y, os chamados millenials, tende a não optar pelos produtos ou serviços de uma empresa cujas apps móveis ofereçam uma má experiência. A investigação Millenials and mobility: how businesses can tap

As empresas com estratégias mobile fracas podem ditar a ruína do negócio. Um estudo da Oracle desvendou que 55 por cento dos indivíduos da Geração Y, os chamados millenials, tende a não optar pelos produtos ou serviços de uma empresa cujas apps móveis ofereçam uma má experiência.

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A investigação Millenials and mobility: how businesses can tap into the app generation (ou, traduzindo para bom português, “Millenials e a mobilidade: como podem os negócios monetizar a geração das apps”) concluiu que 39 por cento dos indivíduos nascidos entre os princípios da década de 80 e o início do ano 2000 está menos disposto a recomendar os serviços ou produtos de uma empresa cujas aplicações para dispositivos móveis veiculem experiências menos positivas. Ainda, 27 por cento diz que, inclusivamente, emitirá “transmitirá uma perspetiva negativa da empresa, dos seus produtos e serviços globalmente”, disse a Oracle.

É, então, evidente que uma empresa que opte por estar presente na esfera mobile para estabelecer uma comunicação mais direta e rápida com os seus atuais e potenciais clientes, tem de impregnar essa mesma estratégia nos valores que a alicerçam enquanto negócio. Desta forma, conforme as descobertas do estudo da Oracle, as empresas conseguirão conservar a sua base de clientes da Geração Y.

“As empresas que não forem capazes de oferecer valor aos seus clientes através de uma experiência móvel mais conveniente, funcional e relevante têm poucas hipóteses de serem bem-sucedidas”, sentenciou Suhas Uliyar, vice-presidente do segmento de Estratégia Mobile e Gestão de Produto da Oracle.

Os millenials não apreciam a comunicação não solicitada feita sob os moldes de alertas automatizados, que na maioria das vezes são apenas inconvenientes e não acarretam qualquer valor real. Contudo, se estas informações se revelarem úteis o caso muda de figura, e a reação dos utilizadores é substancialmente positiva.

73 por cento das pessoas envolvidas no estudo efetua compras de produtos ou serviços através de aplicações móveis. Por outro lado, 71 por cento aprecia a gestão de faturas de serviços em dispositivos móveis, e 65 em cem “gosta de poder pedir esclarecimentos ou apresentar reclamações através de aplicações móveis”, afirma a Oracle.

Pouco mais de metade dos millenials que participaram na investigação prefere não receber avisos automáticos, para além de admitir que raras são as vezes em que tomam alguma ação depois de terem recebido o alerta.

Descobriu-se ainda que os smartphones são os dispositivos preferidos pelos elementos da Geração Y para acederem a aplicações móveis, em detrimento dos tablets. ““Há claramente muito espaço para inovar nas aplicações para tablets, bem como nas aplicações para os phablets de maior dimensão, e as empresas que conseguirem abarcar este desafio estarão numa posição privilegiada para capitalizar as oportunidades de um mercado ainda em maturação”, comentou Uliyar.


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