APDC e APO unem forças no setor das TIC em Portugal

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A APDC (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações) e a APO (Associação Portugal Outsourcing) assinaram um Memorando de Entendimento, no último dia do 24º Congresso das Comunicações, que intenta a fusão das duas organizações que atuam na área das Tecnologias de Informação e Comunicação. O objetivo é realizar a integração da APO na APDC

A APDC (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações) e a APO (Associação Portugal Outsourcing) assinaram um Memorando de Entendimento, no último dia do 24º Congresso das Comunicações, que intenta a fusão das duas organizações que atuam na área das Tecnologias de Informação e Comunicação. O objetivo é realizar a integração da APO na APDC como uma secção especializada em Outsourcing.

rogério carapuça APDC

A celebração do acordo, disseram fontes oficiais, materializa o total alinhamento das direções das duas associações, assim como a sua visão sobre o papel que podem e devem desempenhar enquanto plataformas representativas do setor das TIC. A ideia base para esta união entre a APDC e a APO resulta do facto das duas organizações terem objectivos semelhantes nas suas respectivas áreas de actividade, bem como um elevado número de associados empresariais comuns.

Esta fusão, que se fará através da integração da APO na APDC, pretende obter uma maior eficácia e eficiência do movimento associativo nacional na área das Tecnologias de Informação e Comunicação e New Media, assim como uma maior racionalização de recursos. Este é um passo que reforça o trabalho desenvolvido por ambas na promoção e no desenvolvimento e crescimento do setor em Portugal.

Para Rogério Carapuça, Presidente da APDC, este acordo “insere-se no âmbito de uma das três prioridades definidas pela atual Direção da APDC, que passa por reforçar a força do movimento associativo empresarial do setor. O objetivo é, mantendo as especificidades e contribuições de cada associação, estreitar relações e construir parcerias, chegando nalguns casos a eventuais operações de concentração para que a união de esforços se concretize num acréscimo de valor para o setor. A operação agora acordada concretiza esta visão”.

Para José Carlos Gonçalves, Presidente da Direcção da APO, “a assinatura do MoU é apenas um primeiro passo, de um caminho ainda a percorrer, do que se pretende que seja a convergência das associações do setor das TIC, objectivo que percorremos há já alguns anos.Esta é uma decisão que visa o reforço dos objetivos comuns, potenciando ainda os objetivos específicos de cada associação que, no caso da APO, se centram principalmente na aposta na disseminação da proposta de valor dos serviços de base tecnológica na Administração Pública portuguesa e na exportação de serviços das empresas portuguesas, a par do esforço continuado de promoção internacional de Portugal enquanto plataforma de referência para a prestação de serviços na perspetiva de nearshore”.


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