AMD permitirá executar aplicações Android nos dispositivos Windows

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A Bluestacks e a AMD estabeleceram uma parceria no CES para levar as experiências Android a tablets e computadores Windows. A fabricante californiana propôs-se, entre outros aspetos, a “redefinir o conceito de computação moderna” e, para isso coroou a sua participação com uma experiência envolvente a 360 graus que se apoia na tecnologia APU Kaveri. Eis

Pedro Enguião com Mónica Tilves-01

A Bluestacks e a AMD estabeleceram uma parceria no CES para levar as experiências Android a tablets e computadores Windows.

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A fabricante californiana propôs-se, entre outros aspetos, a “redefinir o conceito de computação moderna” e, para isso coroou a sua participação com uma experiência envolvente a 360 graus que se apoia na tecnologia APU Kaveri. Eis que a esperadíssima Kaveri, que é uma das mais esperadas deste ano, toma forma sob os chips A10 7850K e 7700K e vai ser comercializada já a partir da próxima semana.

A AMD já tinha apresentado no CES as séries Radeon R9, R7 e R5 M200 em colaboração com os criadores do Lenovo e MSI e, outra das novidades é a execução da Mantle, uma API de baixo-nível, com a resolução revolucionária 4K, que permite a experiência Ultra HD de quatro mil pixeis. A tecnologia Discovery Project, baseada na APU da próxima geração de baixo consumo Mullins também é uma das grandes novidades.

Mas, se há algo que se destaca é a capacidade de experiências AMD Android para dispositivos Windows sem haver uma “dissociação de um sistema operacional antes de se usar outro sistema”.

Tudo isto é possível graças a uma parceria entre a AMD com  o famoso emulador de aplicações Android BlueStacks e a sua integração nos chips para tablets, híbridos e computadores. Isto permite o acesso a aplicações e o intercâmbio de arquivos.

“Os sistemas operativos Windows e Android são os mais maduros que existem e, cada um satisfaz as necessidades milhões de utilizadores”, completou Steve Belt, vice-presidente corporativo de gestão de produtos da AMD, que ainda referiu que “os utilizadores, cujos dispositivos e preferências abarcam ambos os ecossistemas, já não têm agora que fazer face a restrições de dispositivos específicos”.


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