Amazon implementa medidas austeras de e-commerce

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A Amazon vai reforçar os regulamentos nos seus canais de vendas online, depois de ter sido revelado que a sua unidade chinesa estava a comercializar cosméticos falsificados. Depois da descoberta de que a divisão chinesa de e-commerce da gigante Amazon estava a vender produtos contrafeitos, a empresa encerrou a loja online do setor chinês, e

A Amazon vai reforçar os regulamentos nos seus canais de vendas online, depois de ter sido revelado que a sua unidade chinesa estava a comercializar cosméticos falsificados.

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Depois da descoberta de que a divisão chinesa de e-commerce da gigante Amazon estava a vender produtos contrafeitos, a empresa encerrou a loja online do setor chinês, e disse que implementou uma “política de tolerância zero” relativamente a bens falsificados. A Amazon comprometeu-se a reembolsar todos clientes que, induzidos em erro compraram produtos ilegítimos.

“Vamos reforçar o processo de escrutínio e as regulações sobre os nossos vendedores”, assegurou a Amazon, que acrescentou que todos os comerciantes das suas plataformas eletrónicas que vendam produtos falsos serão prontamente banidos do site.

A proteção do consumidor tem vindo a tornar-se uma prioridade de grande premência na China, uma vez que, no ano passado, o governo austerizou a legislação referente aos direitos dos consumidores, revelando más práticas por parte de empresas como a Apple, a Nikon e a Wal-Mart.

A China, de acordo com a Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento, sendo o país que alberga o maior número de habitantes, é responsável por mais de cinquenta por cento do mercado global de produtos contrafeitos.


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