Alibaba volta à carga e submete novo pedido a Taiwan

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Depois do governo de Taiwan ter ameaçado colocar um termo ao seu negócio se não fossem respeitados os requisitos legais, a Alibaba submeteu nova candidatura para operar no país e aguarda agora aprovação regulatória. A Alibaba está determina a enraizar as suas operações em Taiwan, onde as empresas originárias da China continental têm de sujeitar-se a

Depois do governo de Taiwan ter ameaçado colocar um termo ao seu negócio se não fossem respeitados os requisitos legais, a Alibaba submeteu nova candidatura para operar no país e aguarda agora aprovação regulatória.

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A Alibaba está determina a enraizar as suas operações em Taiwan, onde as empresas originárias da China continental têm de sujeitar-se a condições austeras. Em maio, o governo de Tawain, ilha ao largo da costa sudeste do território continental chinês, acusou a Alibaba de estar a operar no país sem a devida licença e que dentro de seis meses teria de bater em retirada ou enfrentar uma coima de cerca de oito mil dólares.

Não obstante, as autoridades reguladoras de Taiwan disseram que a Alibaba tinha até agosto para apresentar um novo pedido para operar neste mercado, ao que o colosso do comércio eletrónico chinês respondeu prontamente, tendo ainda em maio submetido os documentos, agora sob escrutínio.

Diz a Reuters que os investimentos chineses em Taiwan são alvo de severas condicionantes, tendo em consideração que, apesar de os laços económicos e comerciais entre os dois países terem adquirido força nos últimos anos, a China é ainda vista como um inimigo político.

A Alibaba estreou-se no mercado de Taiwan em 2008 por meio da sua subsidiária Alibaba.com Singapore E-commerce Private Ltd. A empresa alega que este processo realizou-se de acordo com todos os preceitos legais.


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