Alibaba quer atrair mais retalhistas norte-americanos

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A Alibaba, uma gigante chinesa do comércio eletrónico, quer atrair mais parceiros norte-americanos, e vai usar o seu sistema de pagamentos móveis como isco. Com o Alipay, a empresa quer oferecer aos retalhistas dos Estados Unidos condições mais vantajosas para competirem no mercado chinês. Facilitando a introdução dos retalhistas num dos países mais fechados do mundo, a

A Alibaba, uma gigante chinesa do comércio eletrónico, quer atrair mais parceiros norte-americanos, e vai usar o seu sistema de pagamentos móveis como isco. Com o Alipay, a empresa quer oferecer aos retalhistas dos Estados Unidos condições mais vantajosas para competirem no mercado chinês.

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Facilitando a introdução dos retalhistas num dos países mais fechados do mundo, a Alibaba quer conquistar um maior número de parceiros norte-americanos, para que estes possam vender os seus produtos aproveitando o contínuo crescimento da já ampla classe média chinesa.

A Alibaba é por muitos vista como a sucessora da Amazon.com. Esta estratégia vem desmentir os rumores de que a empresa estaria a congeminar uma “investida” contra o setor norte-americano do e-commerce, visto que está a promover o negócio dos retalhistas na China.

De acordo com informações avançadas pela Reuters, a Alibaba, com esta jogada, quer começar a solidificar a sua reputação no mercado ocidental e demonstrar as suas potencialidades.

Assim, em linha com os entendimentos estipulados com os parceiros norte-americanos, como a Neiman Marcus e a Saks, a Alibaba será responsável pelos processos de venda, pagamentos e encomendas.

Segundo consta, as vendas anuais entre os Estados Unidos e a China ainda só geraram 15 mil milhões de dólares. Contudo, acredita-se que até 2020 esse valor assome aos 291 mil milhões de dólares.

O vice-presidente da Alibaba, Joseph Tsai, disse que a empresa espera, com estes acordos, conseguir levar até aos retalhistas norte-americanas cerca de 300 milhões de consumidores chineses.


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