Alibaba prestes a entrar na Bolsa nova-iorquina

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A titã chinesa do comércio digital Alibaba está a preparar-se para apresentar a sua oferta pública inicial nos Estados Unidos, que, ao que tudo indica, deverá ser no próximo dia oito de setembro. Caso seja verdade, as ações da Alibaba poderão figurar nos quadros eletrónicos de Wall Street já na segunda quinzena de setembro, um

A titã chinesa do comércio digital Alibaba está a preparar-se para apresentar a sua oferta pública inicial nos Estados Unidos, que, ao que tudo indica, deverá ser no próximo dia oito de setembro.

jack ma alibaba

Caso seja verdade, as ações da Alibaba poderão figurar nos quadros eletrónicos de Wall Street já na segunda quinzena de setembro, um mês de grande azáfama na esfera tecnológica, visto que no dia nove a Apple deverá desvendar o sexto e mais recente membro da família iPhone.

Espera-se que a oferta pública inicial da empresa chinesa angarie até 20 mil milhões de dólares, tornando-a a maior IPO tecnológica de sempre, eclipsando mesmo a de 16 mil milhões de dólares apresentada pelo Facebook em 2012.

A Alibaba, onde a Yahoo controla uma participação de 22,6 por cento, não é ainda um nome sonante nos Estados Unidos, mas a IPO, indubitavelmente, atuará como elemento potenciador da sua popularidade num dos maiores e mais dinâmicos mercados tecnológicos.

Jack Ma, o multimilionário que ocupa a cadeira de CEO na Alibaba, não alicerça o seu sólido império somente no comércio eletrónico. O magnata conseguiu já estender os seus tentáculos às áreas dos media digitais, da computação cloud e dos serviços de pagamento online.

A Alibaba goza de um trono incontestado na China, onde domina com pulso de ferro o mercado do e-commerce.

Em 2007, a gigante estreara-se na Bolsa de Hong Kong. Contudo, este foi sol de pouca dura. Em 2012, Ma viu-se obrigado a retirar a empresa da Bolsa, depois de mais de dois mil vendedores terem defraudado os seus compradores.

Alex Wong, diretor de gestão de ativos na chinesa Ample Capital, afirmou que a cotação da Alibaba não poderia ter acontecido em melhor altura, visto que o setor do e-commerce está a gozar de um crescimento fortemente saudável.


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