Alibaba investe 590 milhões em empresa de smartphones Meizu

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A Alibaba parece determinada em apostar no setor dos smartphones e, para isso, anunciou um investimento na Meizu, fabricante chinesa. A união das duas empresas poderá representar uma aliança estratégica para ultrapassar concorrentes como a Xiaomi. A Meizu é o mais recente investimento anunciado pela Alibaba e pretende cimentar a expansão da especialista em e-commerce

A Alibaba parece determinada em apostar no setor dos smartphones e, para isso, anunciou um investimento na Meizu, fabricante chinesa. A união das duas empresas poderá representar uma aliança estratégica para ultrapassar concorrentes como a Xiaomi.

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A Meizu é o mais recente investimento anunciado pela Alibaba e pretende cimentar a expansão da especialista em e-commerce para o mercado dos smartphones. 590 milhões de dólares é o valor investido para que os equipamentos da Meizu se aliem às plataformas e ao sistema operativo desenvolvido pela Alibaba. A empresa disse, em comunicado, que “o grupo Alibaba irá providenciar à Meizu o suporte e recursos necessários nos campos do e-commerce, internet móvel, sistema operativo móvel e análise de dados com o objetivo de desenvolver o ecossistema smartphone da Meizu”.

Apesar de ainda não ter conseguido o reconhecimento que lhe garanta um lugar nas marcas com mais sucesso na China, a Meizu apresentou um crescimento de 50 por cento, no mês de janeiro, tendo vendido um valor recorde para a empresa de um milhão e meio de smartphones.

A parceria com a Meizu poderá também ser determinante para ultrapassar uma das principais concorrentes, a Xiaomi, através do Meizu m1 e do m1note, equipamentos mais baratos a pensar num orçamento familiar. A contribuir para o eventual sucesso está também o plano para vender os smarphones Meizu nas diversas plataformas de comércio online de que a Alibaba dispõe.

Enquanto a Xiaomi mostra interesse em explorar o mercado de e-commerce, a Alibaba faz o percurso inverso, tentando expandir os seus negócios para o universo dos equipamentos móveis. Caso, a Alibaba tenha sucesso, as transações feitas a partir de dispositivos móveis não só serão feitas em plataformas do grupo Alibaba como também os próprios dispositivos poderão ser fabricados por uma empresa que a Alibaba detém.


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