Afinal o email não morreu… nem vai morrer

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Já houve quem anunciasse a morte do email. Mas uma nova pesquisa diz que afinal ainda vamos ter de conviver muito tempo com este meio de comunicação.

Apesar da popularidade das mensagens instantâneas e dos medias sociais, uma pesquisa citada ontem pela Reuters revelou que os emails estão no topo das ferramentas de comunicação no trabalho e crescerão em importância nos próximos cinco anos, contrariando algumas teorias que profetizavam o fim deste meio de comunicação.

Na pesquisa online, composta por uma amostra de 400 executivos nos Estados Unidos, quase metade disse achar que o uso de emails irá crescer nos próximos anos. Dezanove por cento disseram que irá aumentar substancialmente.

Mais de 90 por cento dos executivos admitiram que verificam os seus emails pessoais no ambiente de trabalho e 87 por cento disseram que verificavam os seus emails de trabalho fora do período de expediente.

“O email é e manter-se-á como um marco da cultura do local de trabalho”, disse Kristin Naragon da Adobe Systems, que encomendou o estudo.

O executivos na amostra estimaram gastar 6,3 horas por dia a verificar os seus emails, com 3,2 horas dedicadas aos emails de trabalho e 3,1 horas aos emails pessoais.


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