Acessibilidade dos sites portugueses estão abaixo da média da UE

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O relatório da Comissão Europeia revela que os sites portugueses estão ligeiramente abaixo da média da UE em relação ao acesso por parte de pessoas com deficiências. O relatório “Study on Assessing and Promoting e-Accessibility” vem revelar que os sites portugueses ainda não conseguiram atingir a media dos 27 países da UE, no que toca

O relatório da Comissão Europeia revela que os sites portugueses estão ligeiramente abaixo da média da UE em relação ao acesso por parte de pessoas com deficiências.

r709505_5532921O relatório “Study on Assessing and Promoting e-Accessibility” vem revelar que os sites portugueses ainda não conseguiram atingir a media dos 27 países da UE, no que toca ao acesso por parte de pessoas portadoras de deficiência.

Este relatório elaborou uma lista com todos os países que integram a União Europeia. Em primeiro lugar encontra-se o Reino Unido e em último a Grécia.

A meio da tabela está a Administração Pública portuguesa com valores que rondam os 50% de conformidade com as normas que garantem que um site respeita os requisitos necessários para que pessoas com deficiências possam aceder à informação.

Neste estudo, foram analisados nove sites da Administração Pública, e três sites setoriais – um banco, um jornal diário e ainda um site de transportes ferroviários.

Os testes levados a cabo pela Comissão Europeia incidiram sobre 10 pontos de análise: cabeçalhos, legendagem, controlo através do teclado, mensagens de erro, etiquetas de formulários e validação HTML são alguns desses pontos.

Jorge Fernandes, coordenador da Unidade de Acesso da Fundação para a Ciência e Tecnologia (UFCT), considera que “É importante notar que a média dos 27 países da UE está abaixo da média registada nos EUA ou na Austrália”.


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