Commvault define novos requisitos na gestão de dados das empresas

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A Commvault revelou uma série de pontos que definem as necessidades emergentes por parte dos CIOs e responsáveis de tecnologia e de negócio face aos desafios de uma tecnologia que muda continuamente, recursos cada vez mais limitados e um volume de dados cada vez maior. A empresa também elaborou uma série de “Princípios para uma Gestão Moderna dos Dados” que contempla os requisitos mínimos para implementar sistemas de nova geração.

Tanto a lista de necessidades emergentes para os clientes como a de princípios para uma gestão moderna da informação foram apresentadas como parte de uma série de novos anúncios feitos pela Commvault, destacando-se entre eles o lançamento da última geração da sua reconhecida plataforma de gestão e proteção de dados.

Na ótica dos peritos da Commvault, a abordagem à temática dos dados tem vindo a mudar à medida que os clientes têm que fazer frente a “megatendências” já aceites, como a migração para a nuvem, a computação ubíqua (anywhere computing) e o crescimento explosivo dos dados. Estas tendências vieram redefinir drasticamente a indústria das TI e a gestão de dados. Através de inovações contínuas no campo do armazenamento, no cloud computing e nas infraestruturas hiperconvergentes, a Commvault identificou seis necessidades emergentes que são cada vez mais o foco do CIO e dos responsáveis de tecnologia: infraestruturas abertas, baseadas em standards; novos imperativos em recuperação; analítica de alto nível integrada no sistema; acesso e colaboração; gestão integral (End to End Governance); e um backup que não seja superado pelo crescimento dos dados.

A pronta identificação destes requisitos, por parte da Commvault, guiou as suas equipas de engenharia e de gestão de produto, no desenvolvimento da versão onze da plataforma do fabricante. Muitas das inovadoras características e funcionalidades desta nova geração de software da Commvault foram concebidas para abordar diretamente estas necessidades emergentes, criando um portefólio de soluções que recebeu múltiplos reconhecimentos nos últimos anos, por parte de clientes e analistas, pela sua visão, capacidade e execução.

Esta inovação da Commvault significa que já não há necessidade de re-hidratar, reconstruir, ou desdeduplicar/desencriptar os dados para aceder às cópias secundárias, eliminando a necessidade de espaço adicional, temporário, para estas tarefas. Isto, por sua vez, elimina praticamente o tempo de indisponibilidade, com um acesso mais rápido aos dados, enquanto reduz os custos de infraestrutura ao baixar o número de cópias necessárias.

A Commvault identificou ainda um conjunto de requisitos básicos, que devem ser cumpridos para se chegar a uma verdadeira solução, completa para os clientes. Baseando-se em milhares de comentários de utilizadores, reuniões executivas e interações, e em conjunto com uma das principais empresas de investigação, a IDC, a Commvault validou as suas conclusões baseando-se na investigação da consultora, que refletiu nitidamente estes requisitos mínimos, assim como as novas necessidades que estão a dar forma aos requisitos dos sistemas de gestão de dados de nova geração.

Batizados como os “Princípios da gestão moderna dos dados”, os especialistas da Commvault asseguram que estes sete princípios deveriam formar a lista de imperativos, para qualquer cliente que procure avançar na sua estratégia de gestão de dados, estando preparado para o futuro:

  1. Acesso a plataformas baseadas em standards. Eliminar a obsolescência e a dependência do fornecedor protege o futuro das relações tecnológicas do cliente e os riscos associados à evolução das suas infraestruturas.
  2. Segurança integrada. A segurança dos dados em trânsito, em repouso e mesmo que acedidos garante uma comunicação segura durante o movimento, armazenamento e ativação, com encriptação, gestão de chaves e controlos baseados em perfis de acesso para cada utilizador, através de mecanismos de controlo integrados e relatórios sobre cumprimento normativo em todas as localizações dos dados.
  3. Acesso direto nativo. Se os dados estiverem disponíveis no seu formato nativo ou com serviços de entrega on demand, o acesso será quase instantâneo e no formato requerido pela aplicação, o que resultará num menor tempo, esforço e risco.
  4. Pesquisa e consulta extensíveis. Com a opção de indexar, analisar, visualizar e otimizar os dados, o cliente pode ativar e desbloquear os dados tanto “vivos” como históricos, mediante um potente sistema de consulta e busca, através de múltiplas soluções de dados, aplicações e localizações de armazenamento, incluindo repositórios virtuais, ambientes SaaS e soluções na nuvem.
  5. Acesso universal e colaboração. Partilhar e sincronizar dados seguros entre aplicações, ficheiros e informação melhorará a produtividade e a colaboração, dando aos utilizadores um acesso transparente e universal a todas as cópias dos seus dados, independentemente de onde e quando foram criados, e que se possam partilhar de forma segura entre utilizadores, aplicações, etc.
  6. Gestão dos dados desde que nascem. Os dados são geridos desde o momento da sua criação, permitindo às empresas tê-los sempre sob o seu controlo, com visibilidade e segurança, o que reduz significativamente o risco de perda, roubo, fuga ou incumprimento normativo.
  7. Captura de mudanças incrementais. Aumentando a frequência dos pontos de recuperação traz eficiências de storage e rede; a monitorização de alterações de blocos abre oportunidades para reduzir drasticamente o impacto em produção durante as operações de proteção de dados, ao mesmo tempo que proporciona eficiências adicionais na utilização da rede e do armazenamento, lendo, “movendo” e armazenando só os blocos que foram modificados. Isto reduz os requisitos de largura de banda e armazenamento para as operações de recuperação em curso e acelera o RPO e o RTO.

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