4 dicas Schneider Electric para proteger data centers

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O funcionamento do data center pode ser comparado com o de um cérebro, já que o seu objetivo é assegurar o processamento adequado, ininterrupto e seguro de informações cruciais para a continuidade dos negócios.

A Schneider Electric, especialista em gestão de energia e automação, apresentou uma lista com as quatro principais ameaças e as medidas para garantir a alta disponibilidade e eficiência de um data center. Confira quais são:

Quedas de energia

As oscilações e quedas de energia são ameaças frequentes à operação dos data centers. A instalação de sistemas de energia ininterrupta (UPS) e de geradores auxiliam na prevenção desses problemas e possibilitam o aumento da disponibilidade e da confiabilidade dos centros de dados. Para fornecer energia confiável, segura e de qualidade, os equipamentos de proteção e distribuição de energia devem ser adaptados às necessidades específicas de cada negócio. Esses dispositivos permitem o funcionamento das cargas críticas até a transição para a entrada de uma fonte de energia alternativa. Caso contrário, durante uma falha no fornecimento de energia elétrica, as perdas de dados e de processo produtivo serão inevitáveis.

Superaquecimento

Praticamente toda a energia consumida pelos dispositivos de TI (servidores, routers e etc) dentro do data center é convertida em calor e transferida para o ambiente no qual está instalado. O sobreaquecimento influencia na diminuição da capacidade de processamento, perda de velocidade e até mesmo a queima de componentes, ocasionando a perda total do dispositivo de TI. Os microprocessadores, por exemplo, tendem a sobreaquecer quando não contam com um sistema adequado para realizar a dissipação de calor e seu a refrigeração, e isso pode colocar em risco sua performance. A instalação de sistemas de refrigeração de precisão garante temperatura e humidade adequadas. Sistemas de refrigeração de conforto – normalmente utilizados em residências – não são projetados para trabalhar por longos períodos e não possuem a mesma confiabilidade. Além disso, consomem mais energia para tratar a mesma carga térmica do data center.

Gestão da infraestrutura

O gestor deve conhecer a fundo a situação das cargas e as condições existentes no data center para identificar e gerir possíveis riscos. Para isso, é necessário ter em mente as seguintes questões: Como está o sistema de distribuição elétrica das cargas críticas? Os servidores estão obsoletos ou com baixa capacidade de processamento? O sistema de refrigeração é suficiente? Há desperdício de energia ou qualquer outro recurso? É possível adotar medidas de eficiência energética?

Com base num diagnóstico sobre a situação real do data center é possível identificar os riscos e preveni-los. Atualmente, existem soluções e ferramentas de monitorização de sistemas, como o DCIM, que tornam a operação mais eficiente e agilizam a tomada de decisão dos gestores de TI, otimizando os recursos disponíveis.

Erro humano

Se por um lado as janelas de manutenção são essenciais para o bom funcionamento e durabilidade dos equipamentos, por outro lado esses eventos expõem os centros de dados. A atuação de diferentes profissionais, muitas vezes sem a capacidade exigida, aumenta a vulnerabilidade dos data centers.

A implementação de ferramentas de monitorização remoto de sistemas, como o DCIM, auxilia na manutenção dos data centers e reduz, dessa maneira, a interferência humana. Mas é importante que a solução seja frequentemente atualizada para que as informações sejam obtidas com precisão.

Proteger os data centers dos riscos é a melhor maneira de mantê-los ativos e operando adequadamente em caso de anomalia. Dessa maneira, os prejuízos financeiros e os impactos na produção por uma interrupção inesperada devido a quebra ou falha dos equipamentos podem ser reduzidos. O planeamento dessas situações é estratégico. Não deve ser encarado como um custo, mas como um investimento.


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