Alcatel-Lucent continua a inovar no seus serviços de 5G

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O projeto 5GNOW da Alcatel-Lucent, iniciado em 2012, tem dado frutos. A iniciativa foi reconhecida pela Comissão Europeia pelo sucesso nos avanços registados a nível do desenvolvimento da próxima geração de redes móveis (5G) e pelo reforço da competitividade na Europa.

Atualmente, as redes apenas suportam aplicações de vídeo e download de ficheiros, sendo que não possuem flexibilidade suficiente para suportar a multiplicidade de aplicações que surgirão no futuro. Para combater esta questão, surgiu o projeto 5GNOW, concebido pelo Bell Labs  da Alcatel-Lucent, que visa a criação de novas comunicações capazes de suportar um vasto leque de necessidades aplicacionais.

O objetivo deste programa é que as cidades e os processos de fabrico inteligentes, bem como o ambiente da Internet das Coisas disponham de sensores wireless que conectem toda a rede em tempo real, sem necessidade de distribuição escalonada de tráfego. Nesse sentido, o projeto tem sugerido às companhias que aumentem em até 100 vezes o número de dispositivos ligados à rede e em até 50 vezes a capacidade da sua reação. O resultado destas recomendações será divulgado no próximo workshop 3GPP 5G que irá decorrer em setembro.

Face ao impacto positivo desta iniciativa pretende-se implementar e expandir a mesma através do projeto Fantastic-5G para que assim se estabeleceça um ecossistema mais amplo e se acelere a comercialização.

Tod Sizer, responsável máximo pela investigação wireless no Bell Labs, referiu, em comunicado, que “as redes móveis estão a tornar-se o centro de todo o tipo de comunicações. Desde a sua crescente adoção a nível industrial, até ao seu uso nas estradas com as câmaras de trânsito, os sensores e o crescente volume de dados estão a criar muitos desafios às redes atuais. O plano que temos para o 5G envolve exatamente um reforço da rede, de uma forma convergente, que permita aos fornecedores de serviços manterem a qualidade  que os clientes exigem, disponibilizarem o nível de capacidade que estes necessitam, e garantirem o suporte de novas aplicações e serviços associados à Internet das Coisas e à M2M”.


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